Jairo Marques

Assim como você

 

Coma com moderação!

O tio vive “brincando” aqui no blog que tá com a pança maior do que a do desaparecido Genival Lacerda, né, não?! Muito triste

 

Acho que ainda conseguiria perder do performático e engraçado cantor pernambucano, mas fato é que tenho sofrido maus bocados para perder peso.

 

E não sou apenas eu, um “minino bão”, que tá nessa peleja. Vários cadeirantes também padecem para acalmar o bucho protuberante… Com vergonha. Mas será que isso é porque somos ‘malacabados’ bichos-preguiças?

 

Quando eu era mais novinho, era magro que nem um graveto, juro! Foi com o tempo, com o sedentarismo ganhando espaço na minha vidinha Bem humorado, que a coisa foi destrambelhando.

 

O lance das obesidades de ‘matrixianos’ é tão séria que tem gente estudando o assunto. E foi uma dessas pessoas que convidei para falar um bocadinho sobre alimentação e cuidados que o povo que não anda precisa ter no dia a dia na hora de levantar o “galfo”.

 

A Vanessinha Teixeira, 26, que também é desse mundo paralelo onde vivem os ‘dificiente’ tudo _usa muletas canadenses, pois tem “paralisia espástica familiar”, um tipo de encurtamento nos tendões_ se formou em nutrição e estudou bastante a alimentação ‘panói’.

 

Bora ler então algumas dicas, sugestões e conclusões que ela tem sobre a pança desse povo que dá um trabaaaaalho, danado…. Bobo

Sorte

Oi, pessoal! No estudo que realizei, que focava deficientes e obesidade, uma das conclusões foi a que cadeirantes podem estar mais propensos à obesidade, devido à reduzida atividade física por ficarem sentados e não terem como gastar a energia em excesso, eventualmente consumida.

 

Por isso, é necessário que esta população fique sempre atenta ao seu estado nutricional, tendo acompanhamento de um nutricionista para, assim, obter uma avaliação completa. A avaliação envolve interpretação de dados da triagem nutricional e incorpora informações colhidas para fazer o diagnóstico do profissional.

 

Foi observado também que muitos dos cadeirantes têm uma dieta alimentar pobre em fibras que vem de frutas, verduras e legumes e geralmente excesso de alimentos industrializados altamente refinados que assim causa uma indisciplina alimentar (a maioria dos pacientes não observa os horários de alimentação, consumindo fast foods, bolos, balas e bolachas).

 

 

Outro fator que foi constatado além da obesidade foi à constipação devido à má alimentação e pouca ingestão de água durante o dia.

 

​Algumas dicas para ter uma alimentação saudável:

 

- Comer devagar e mastigar bem os alimentos.

 

- Fazer 5 a  6 refeições/ dia respeitando os horários, não pule refeições.

 

- Combine os alimentos, procurando não misturar dois tipos de carboidratos na mesma refeição, por exemplo arroz e batata.

 

- Começar as refeições preferencialmente com saladas cruas ou frutas.  

 

- Preferir os óleos vegetais, pois não contém colesterol

 

- Usar queijos magros (ricota, minas, requeijão light), leite e iogurtes desnatados.

 

- Evitar: banha, toucinho, bacon, manteiga, nata, creme-de-leite, embutidos em geral (estes contém além de gordura, muito sal).

 

- Substituir os doces e sobremesas por frutas e sobremesas dietéticas.

 

- Aumentar o consumo de fibras, ingerindo frutas e verduras cruas, cereais integrais (pão de centeio, arroz integral, aveia, farelos de trigo e aveia).

 

- Aumentar a ingestão de líquidos, principalmente sucos naturais, como: laranja, acerola, abacaxi, caju, limão, mexerica,pitanga, pois essas frutas são ricas em vitamina C ajudam na a absorção do ferro.

 

- Na última refeição do dia ,dê preferência a alimentos mais leves.

 

- Evite o excesso de sal e principalmente o saleiro de mesa.

 

- Usar com moderação mostarda, catchup, maionese, molho de soja, molhos prontos.

 

- Leia os rótulos dos alimentos.

 

- Evite bebidas alcoólicas e refrigerantes, pois estes só contém calorias e nenhum nutriente.

 

Bom é isso parece ser difícil, porém só basta ter um pouco de força de  vontade e assim conseguimos ter uma alimentação saudável, e com mais saúde.

Escrito por Jairo Marques às 00h02

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Mas o dotô nem examina...

Devo ter uns quatro ou cinco amiguinhos ou ‘perseguidores’ nas danadas das redes sociais. E como a vida tem, atualmente, passado por esses tais de facebook e twitter.

 

Ali a gente conta bobeirinhas do dia a dia _ontem mesmo eu disse que pelei a juba Convencido_ conta umas piadas pros meninos darem risada _minha especialidade_ e promove uma intensa troca de informações.

 

Tem quem seja arredio a essas novidades tudo, mas penso que tem muita coisa bacana nesses espaços virtuais. E foi uma delas que encontrei, de bobeira, num dia de tuitadas: o doutor Hermes Prado Júnior.

 

O cara é simplesmente genial e faz um trabalho tão diferençado quanto ‘maraviwonderful’. O seu dotô, que tem a veia artística tão aguçada como a médica, faz ilustrações diversas para que outros médicos e leigos entendam “difinitivamente”, como diria minha tia Filinha, como se dão certos processos no corpo humano, como se desenvolvem algumas “doenceiras”.

 

A forma como ele explica os trem é tão didática que impressiona. Raros são os médicos que estão verdadeiramente interessados em fazer seus pacientes entenderem o que, de fato, os acomete, né, não?!

 

E, pra mim, é fundamental você saber direitinho qualé o pente que te penteia… Beijo. Com informação sobre a nossa ‘malacabação’, podemos ajudar pessoas a ser melhor orientadas em busca de tratamentos, terapias, e tudo mais.

 

Para não poluir muito a exibição, optei por não colocar legendas, mas a quantidade de informações visuais ao longo do vídeo é riquíssima e vai dar pro povo que tem o escutador de novela prejudicado entender bem!

 

Hoje, a aula do doutor Hermes Prado Jr é sobre uma anormalidades que rola na formação dos cérebro e causa a hidrocefalia, dodói que prejudicou tanta gente que o tio já contou a história por aqui, né? Para ler uma delas, clica no bozo! Brincalhão

 

 Vale demais da conta aprender como o lance acontece, como ele é contornado pela medicina, como pode se complicar e tudo mais! Bora ver?!

 

Para quem precisa do link direto, tá aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=CXBJsTJ64ek

Escrito por Jairo Marques às 00h01

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O vírus

Fiquei bem chateado semanas atrás com a notícia, não inteiramente confirmada, de que uma criança moradora do interior de Minas contraiu o vírus da pólio, a paralisia infantil, contaminada supostamente pela própria vacina, que tem a vírus enfraquecido em sua composição...

 

Aqui no jornal eu fui particularmente contra a divulgação da informação, se bem que nesses casos o que um “serumano” acha ou deixa de achar pouco importa, o que importa é o fato, é o acontecimento, é o interesse público.

 

 

 

Como não havia segurança total de cravar que o menino tinha, de fato, “entrado para o meu time”, achava temerário levar adiante a notícia, contudo, o neurologista que fez os primeiros atendimentos à criança não tinha dúvidas de que as características da frouxidão muscular que o menino tinha era proveniente do danado do vírus.

 

Sinto-me muito melhor quando penso que essa doença “mardita” foi erradicada, banida do país. Os casos de contaminação pela própria vacina são raríssimos e costumam ser “leves”.  Mas é preciso lembrar que ele resiste em vários países da África, ceifando o movimento de milhares de crianças...

 

A pólio é uma enfermidade bastante violenta. São poucos os que insistentes, como eu, que conseguem sobreviver à devastação que o vírus faz nos nervos do corpo. Não é para menos que eu tenha quase zero de movimento nas pernas e também um braço prejudicadim.

 

 

A imagem construída na cabeça do desespero da mãe da criança em entender  o que se passava com o filho era repetida na minha cabecinha de tempos em tempos. Será que ele recebeu o tratamento imediato logo? Será que o menino vai ser bem encaminhado para uma reabilitação? Será que ele ficará com sequelas?

 

Quem já passou por uma enfermidade grave, como vários de meus leitores, sabem o quanto o caminho para se “refazer” é longo e torcem verdadeiramente para que não haja mais vítimas dessas desgraceiras. Por mais que sejamos felizes, que estejamos na batalha, é óbvio que não queremos ver semelhantes padecendo...

 

Imagino que ninguém, em sã consciência, quer ver mais pessoas com deficiência física ou sensorial no mundo. Por isso, vale a batalha contra os acidentes, vale torcer pela ciência, vale espalhar ao máximo informações de prevenção.

 

A vacina contra a poliomielite é super eficiente, mas tem suas rebarbas de problemas. Eu mesmo fui imunizado com duas das três doses fundamentais e, mesmo assim, fui abatido. Agora se discute a implantação de uma vacina ainda mais segura (e mais cara). Tomara que resolvam logo isso...

 

Para o menino de Minas, eu torço que, caso ele venha mesmo a ser da “Matrix”, no nível que for, que tenha uma bela infância, que receba plena educação, que seja atendido da melhor maneira para viver da melhor forma possível. Enquanto isso, a gente vai batalhando por um mundo mais acessível por aqui...

 

Em tempo: Hoje tem coluna do tio na Folha! O título é “Com qualquer um”. Ficou curioso pra saber do que se trata? Clica no bozo! (Assinantes do jornal e UOL). Brincalhão

*Imagens do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 07h24

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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