Jairo Marques

Assim como você

 

Juntos & Misturados

Em algum momento do feriadão, permita-se emocionar com esse vídeo...

 

Uma mistura deliciosa do clássico, perfinho, com um coral de 'malacabados' dos 'zovidos'...

  

Escrito por Jairo Marques às 12h48

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A bicicletinha portátil

“Zente”, é duro admitir, mas estou perdendo de 10 a 0 a guerra contra a minha pança ... Com vergonha. Não é desculpa esfarrapada minha, mas perder peso quando a gente vive sentado e não se trabalha levantando laje, com pouco esforço físico, não é fácil.

 

“Tio, mas cadê a natação que o cê tava empenhado em fazer”? Refuguei, meu povo. Neste primeiro semestre, tive apenas duas noites livres _não pensem bobagem, as outras eu brincava de dar aulas Muito triste_ e ficou apertado para dar conta da minha vida de malhação... ui.

 

É importante demais para os malacabados mexerem os “corpitchos” de alguma forma. Caso contrário, o acúmulo das calorias irá gerar mesmo esse mostro que está me dominando: a pança! Carente

 

Claro que, para quem padece com a estrutura urbana, chegar até uma academia é de chorar pelado no asfalto quente. Por isso, tem gente super descolada que cria formas de sacudir os esqueletos dentro de suas possibilidades.

 

No tempo que eu era pobre Convencido e não tinha Kombi, eu tocava bem mais a cadeira, o que ajuda muuuito _quando deixam a gente ser um pouquinho independente e não saem empurrando_ a sair do ócio.

 

O lance nem é ser gordinho, fofinho ou pançudo. O problema é que, com mais peso, é mais difícil de tocar a cadeira e mais se sensibiliza, por exemplo, a capacidade respiratória desse povo ‘matrixiano’, que já não é uma beleeeeza.

 

Existem médicos e nutricionistas que, ‘excrusível’, andam estudando o comportamento das obesidade tudo entre o povo que usa cadeira de rodas. Tenho uma preguiça enooooorme de ir ouvir esses “seu dotô”, mas, uma orientação sobre que medidas tomar para perder peso, é bacana.

 

Mas, nem tudo está perdido para o tio e vocês ainda vão ter de empurrar muuuuito a minha Kombi rumo ao domínio do mundo antes que eu exploda... Bem humorado. E de tanto segurar na mão de nossa senhora da bicicletinha, num é que ela ouviu meus chamados e me colocou uma alternativa de malhar, bem prática?!

 

A dica veio da leitora Luciana Martins, aqui de Mauá, no interior de São Paulo. Ela primeiro me deixou curioso pelos “tuiter”: “Tio, comprei um equipamento que acho que você vai gostar também!”

 

E num é que gostei mesmo? Na real, achei foi “maraviwonderful”. A Lu encontrou nas internets tudo uma bicicletinha ergométrica portátil que a gente pode usar para pedalar com as mãos!!!! Bobo

 

Na imagem, o equipamento portátil em cima de uma mesa

 

A bichinha tem controle de intensidade do peso dos pedais, de batimentos cardíacos, de, velocidade, de queima de calorias, de espaço e tempo percorridos, igualzinho a um equipamento convencional de academia!

 

Como sou mais empolgado que lobo dentro de galinheiro Muito feliz, uma semana depois da indicação, já comprei minha bicicletinha (achei o preço honesto, 250 cruzeiros).

 

É preciso que o cadeirante tenha uma mesa ou um espaço bacana para instalar o equipamento, que já vem prontinho e tem uma sacolona de viagem para transporte, é só usar. A bicicletinha é relativamente leve e... funfa que é uma beleza. Eu me exercito meia hora e parece que escalei o pico do Everest....

 

Fico devendo umas fotos minha usando o negócio, mas tem as da Lu! É que sou tímido, ceis sabem, né?! É preciso começar a fazer os exercícios de levinho porque a dor no braço, no dia seguinte, é broca.

 

Na imagem, Luciana pedala com as mãos a bicicletinha portátil

 

Para quem se interessar, a bichinha se chama Dream EX 150 Flex e é produzida no Rio Grande do Sul. Se ‘vo6’ gugarem, vão achar o equipamento em lojas virtuais para a compra.

 

O melhor é sempre poder ir a uma academia ou se mexer em um parque, em uma área aberta, mas, para quem, além da mobilidade, tem o tempo reduzido Cansado, fica a dica!!!

 

*Fotos de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 00h02

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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