Jairo Marques

Assim como você

 

Fazedores de sorrisos

O Teleton 2010 começa hoje (5) à noite no SBT e uma galera vai fazer sua doação até amanhã, com uma ligação telefônica, em incentivo à empreitada tocada pela AACD em busca de promover mais qualidade de vida para milhares de pessoas e pessoinhas cuja locomoção foi afetada de alguma maneira.

 

Existe, porém uma equipe cujas ligações para a criançada e demais ‘malacabados’ que procuram os centros de reabilitação da rede AACD são disparadas todos os dias, todas as horas, em diversas ocasiões: eles são os ‘fazedores de sorrisos’.

 

Essa galera por trás da locomotiva de ajeitar o passo (seja ele rodado numa cadeira, por meio de uma prótese, com andadores, com muletas, com aparelhos ortopédicos, com o colinho Inocente) veio aqui, no blog do tio, trazidas pelas lentes de Arthur Calasans

 

 

Em tempo: Amanhã (6) vou estar bagunçando lá no palco do Teleton a partir das 17h. Quem puder, interaja com o tio nos twitter e ajude a criar a corrente para o programa bombar!

Escrito por Jairo Marques às 01h10

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Depende do quê?

Hoje tem estreia aqui no blog, um novo cartunista, que passa a fazer parte da equipe que ajuda ‘nóistudo’ a empurrar a Kombi véia rumo ao domínio do mundo para os “Matrixianos”: o Diovane Galvão! Aêêê Convencido

E o Dio começa a dar aquela hand por aqui justamente na semana especial do Teleton! Eu achei bão demais conta!

 

Para doar $5 reais, ligue para 0500 12345 05

Para doar $10 reais, ligue para 0500 12345 10

Para doar $30 reais ou mais, ligue para 0800 775 2010 

Para doar qualquer valor, é só clicar no bozo! Brincalhão 

Quem doar $60 reais ganha um mascote do Teleton (Tonzinho ou Nina). Se doar $100 reais, leva os dois!

Escrito por Jairo Marques às 00h00

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A minha história com a AACD

As crianças que contraíram o danado do vírus da pólio láááá no pretérito, dependendo da intensidade que a doença alcançou, ficaram tortinhas que nem um arame farpado Sem jeito

Quando eu fui acometido por essa ‘mardita’ dessa doença, fiquei exatamente assim, todo enrolado, para o desespero da minha mãe querida. E o que fazer,  morando numa cidade muito pequena onde o vento não só faz a curva como para comer um lanchinho? Bobo

A gente lá em casa num tinha o danado do ‘ricurso’: não tinha dinheiro, não tinha telefone (sim, houve uma época em que ter telefone era luxo!), não tinha informação, não tinha o blog do tio nas internets para dar umas risadas da porca da vida... Rindo a toa

E qual foi a solução que dona Marli encontrou para ver o que faria com minha funilaria avariada?  Fez uma trouxa, pegou uns tostões emprestados, comprou uma passagem pra “Sum Paulo”, onde se concentravam todas as especialidades médicas desse país, e deitamos o cabelo pra “capitar”.

Eu não sei por que raios eu jamais esqueço uma cena que vivemos ao chegar aqui nessa cidade doida.  Pegamos um táxi, quer dizer um fusca, afinal na época dava pra me levar uma vez que eu não tinha cadeira de rodas, andava de braço e de ‘cacunda’... Muito triste

São Paulo, pra variar, estava em seus dias de ser agressiva. Ventava um monte, caia uma garoa finiiinha e o motora do TX escutava o programa do Eli Correa.

“Pra onde vamos, senhora?!”

“Leva a gente pra um hospital que conserte esse menino”.

Dessa forma, meio atravessada, um tanto ingênua que chegamos no hospital da AACD (Associação de Assistência à Criança com Deficiência)... O meu tratamento por lá não foi demorado, nem fiquei internado por muitos dias, mas ali foi um começo pra mim.

Fico imaginando que ainda hoje mães e pais em desespero, atordoados com as ‘malacabações’ de seus filhos, vão também em busca de um abrigo nesse hospital de reabilitação referência...

Concordo com muitas das críticas ao Teleton, que vai ao ar a partir de sexta-feira (05) na televisão do Silvio Raraê Santos Bem humorado, mas dentro de mim reina a convicção de que problemas pontuais, reclamações aqui e acolá estão no pacote.

Incontestável dizer que a AACD conserta um montão de gente pequenina e que precisa de dinheiro para se manter. Ali são produzidos aparelhos ortopédicos, próteses das mais variadas, andadores, muletas... constroem-se esperanças de vidas com menos limitações.

Também não gosto da exibição exaustiva de criancinhas dizendo “Depende de Nós”. Acho que muita coisa poderia ser mais bacana no programa, mais pra frente, com outro ar motivador de pessoas, mas, o que devemos fazer em uma já obra feita? Dar as costas a ela?

Fora de qualquer racionalidade, admito que ver a carinha do pequeno Serginho, sorridente para o mundo, em busca de uma situação física melhor, me deixa rendido ao fato de que ele precisa de ajuda, assim como eu já precisei.

Optei por tentar ajudar. Espalhar que o Teleton 2010 está na parada e precisa que você dê uns ‘dinheiros’ para que a AACD faça novos atendimentos, novas unidades, novas programações para reabilitar quem precisa....

Volto a repetir que acolho todas as críticas e jamais, jamais vou esconder fatos que por ventura desabonem minhas ideias. Mas estou seguro que a causa da reabilitação, defendida com tanto vigor pela AACD, é merecedora dos meus créditos... e é com eles que peço o de vocês! Com vergonha

Se eu não for gongado após este post surpreso, devo estar na bancada dos tuiteiros e blogueiros do  Teleton no dia 6, próximo sábado, a partir das 17h.

Para ajudar, é só tirar o escorpião do bolso Tonto e fazer uma ligação:


Para doar $5 reais, ligue para 0500 12345 05


Para doar $10 reais, ligue para 0500 12345 10


Para doar $30 reais ou mais, ligue para 0800 775 2010 

Para doar qualquer valor, é só clicar no bozo! Brincalhão

Quem doar $60 reais ganha um mascote do Teleton (Tonzinho ou Nina). Se doar $100 reais, leva os dois!

*Fotos de ensaio exclusivo realizado por Arthur Calasans

Escrito por Jairo Marques às 00h02

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
Twitter Twitter RSS

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.