Jairo Marques

Assim como você

 

De tudo um pouco

Rio Sena

 

“Zente”, um dos passeios mais inesquecíveis e ‘romantchicos’ que fiz em Paris, ao lado da minha deusa Apaixonado, foi saracotear pelas margens do Rio Sena. É gostoso demais da conta e bastante acessível!

 

Ao longo do rio, há diversas entradas, nas duas margens, cujos acessos são por rampas, super tranquilas de descer (para os mais fraquinhos, é bom ter um segurador!). Claro que a maioria das entradas é por escadas, por isso, é bom ter um mapinha dos locais fáceis para cadeirantes.

 

 

 

Rodar ou caminhar pelo Sena é uma experiência única, emocionante. A gente vê a cidade por outro ângulo. Quase a totalidade da calçada que acompanha o rio é lisinha, mas há pequenos trechos, mais afastados, que são de pedra, daquelas que faz o cérebro da gente virar uma vitamina... Tonto, mas nada que comprometa o momento.

 

Era tão bacana ir para a margem do rio que juntei a muié, umas matulas, uma garrafa de pinga Inocente e lá fomos, à noite, ver o brilho da torre e ver as crianças tomarem sorvete... Sorriso

 

 

 

Como na cidade não tem praia, agora, no verão, rola, ao longo do Sena, um evento chamado Paris Plage, que leva um monte de atividades para o local. Vejam que nas barraquinhas, há rampas. Então, é inclusão na veia, comprovada por um vagão reservado no estacionamento na margem do Rio. Lá, flagramos um motorista desavisado parando na vaga. E não é que apareceram dois policiais pedindo para que ele tirasse o carro de lá? Vimos uma cena rara: estacionamento lotado e vaga reservada vazia...

 

 

Transportes

 

Muito se fala que o Metrô de Paris é antigão, repleto de escadarias, sujão. De fato, ir pelos subterrâneos, para os matrixianos, não será muito fácil. São poucas as estações com elevador.

 

Maaas, elas existem em pontos estratégicos da cidade: na avenida Champs Elysées, próximo à Opera Garnier, entre outros locais. Para usar o tatuzão, é bom estudar bastante a rede de trens para não dar xabu e o cadeirante ficar perdido de baixo da terra... Muito triste

 

 

Mas, numa cidade em que tudo é lindo Beijo, que de um pico se vislumbra outro ainda mais bonito, pra que se enfiar nos subterrâneo tudo?

 

Os ônibus urbanos não são cheios como os das grandes cidades aqui do Brasil e há inúmeras linhas cujo buzão tem planta baixa, o que facilita demais a entrada dos dificientes.

 

Os motoras são muito solícitos com os cadeirantes. Quando, por ventura, eu estava perto de um ponto descansando, todos, sem exagero, todos os condutores faziam sinal, sorrindo, como se perguntassem: “Vai comigo?”

 

Para se localizar, em cada ponto há um mapa da rota que o bumba fará. Aí, é só ir combinando trechos e chegar onde deseja, de forma bem bacana. Nos ônibus, há espaços reservados para cadeira de rodas.

 

O que não vale fazer, por ser uma roubada gigante, é pegar aqueles ônibus de turismo, grandões, de dois andares, sacam? São caros, pouquíssimos são acessíveis e só fazem trechos pequenos, óbvios...

 

 

Uma maneira bem bacanuda para os malacabados se deslocarem pelos principais pontos da capital francesa é por.... Barco!!! Todos eles têm acesso facilitado, por rampas, sem falar que é uma dilicia navegar pelo Sena.

 

Alguns barcos funcionam como coletivos e vão parando próximos às rampas da Notre Dame, da Torre Eiffel, do Arco do Triunfo, um luxo!!! Compra-se um bilhete para o dia todo ou por períodos mais longos.

 

 

 

Quem quiser ter mais agilidade, os táxis em Paris custam mais ou menos o equivalente do que se paga em São Paulo. Os carros são grandes, mas os motoras, como em todo o mundo, não são um exeeeemplo de simpatia.

 

Ah, e todo mundo tem de ir no banco de trás. Eles não costumam carregar o povo na frente nem por decreto!

 

Balacobaco

* Escolha um hotel bem localizado. Pode custar um bocadinho mais caro, mas vale o conforto de ter tudo à mão.

 

* Evidentementchi que eu fui nos magazine tudo lá gastar uns euros, comprar uns perfumim pro povo lá de casa. Nas lojas, olha com o que me deparo: provadores acessíveis!

 

 

* Alguns locais de visitação pública possuem passeios especiais pros estropiados, mas esse serviço costuma não funcionar aos domingos. É preciso se informar!

 

* Nos Jardins de Luxemburgo, se cochilar, vai perder a única rampa que existe para alcançar as flores tudo. Ela fica bem de frente ao Palácio. Vale a pena chegar bem pertinho dos jardins.

 

 

* Não achei os franceses xaropes, como muito se propaga. Vários deles se ofereceram para tirar fotos, para dar informação, para ajudar. Acho que eles têm uma boa consciência de que deficiente é cidadão e tem o direito, como qualquer pessoa, de desfrutar de todos os espaços!

 

 

Bom final de semana, feliz Dia dos Pais e beijo nas crianças!

 

*Fotos de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 01h18

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Sem apertos!

O  post de hoje, ainda na sequência sobre Paris, pode parecer meio esquisito pros ‘pessoais’ infiltrados na Matrix (aquele povo que não é malacabado, mas ajuda a empurrar a causa de um mundo mais acessível pra todos para a frente!).

Lá na capital francesa, pela primeira vez, esse senhor de idade, meio biruta, dono de um Kombi veia, fez xixi.... na rua!!! Muito tristeMuito triste

Calma que eu já explico, mas não vão pensando que eu deixei de ser um ‘minino bão’ pra ser um porção safado... Embaraçado

Antes de embarcar no voo de dez horas para Paris, fui na casinha do aeroporto de Guarulhos para aliviar as pressão das partes...Claro que como sou comprometido com esse blog e com esses incansáveis leitores e apoiadores, tirei um retrato do local.

Dessa vez, o banheiro acessível não estava ocupado por nenhuma loira folgada aborrecido, mas, percebam que o suporte do papel higenérico tá quebrado. A gente começa a puxar um pedacinho e vira uma serpentina... Rindo a toa

A válvula que leva o mantimento pro além, não é a indicada para um WC de pessoas com deficiência. Quero ver um ‘tetrão’ conseguir apertar o trem... Acabei não fotografando, porque o espaço era muito apertado para dar ângulo, mas o espelho da pia não era inclinado. Dessa forma, quem tá na cadeira de rodas só vê uns fiapinhos de cabelo e, quando muito, a testa... surpreso

Se o ‘motorista’ do urubuzão  voador não repousasse com delicadeza no solo do aeroporto Charles de Gaulle, o que ele fez, o tio tinha urinado a bordo, num ia dar pra segurar.. Mas tudo rolou bem e, assim que desembarcarmos, deitei o cabelo pro banheirão francês...

Percebam que as diferenças são marcantes... Tem até um telefoninho pro estropiado ligar pra casa pra dizer que chegou bem.... mentiiiira! Rindo a toa. É um fone de emergência caso o dificiente tenha algum incidente.

Lá, como em diversos outros locais, havia papelinho pra forrar o trono e para dar a descarga, bastava tocar de levinho um botãozinho (tô tão inho hoje, né? Beijo). Ah, e notem que o espelho é inclinado, a torceira de fácil acionamento, enfim, tudo certim!

No hotel, que tinha dezessete, isso mesmo, dezessete, apartamentos acessíveis, o banheiro era tão grande que, como dizem os portugueses, era uma verdadeira ‘casa de banho’! Saquem que as portas do box se abrem de uma forma a deixar um excelente espaço de manobra.

Todos os vasos sanitários de banheiros acessíveis que usei por lá eram assim, suspensos. Achei legapracaramba.com.br porque consigo me posicionar melhor com a cadeira, se é que vocês me entendem.. LegalOutra coisa muito interessante é que as barras de apoio são retráteis. Se você precisar, baixe-as, caso não precise e precise de mais espaço para refletir, erga!

Os prédios históricos, com visitação pública, têm banheiro acessível. Mesmo que pra isso eles precisem improvisar. Essa portinha de madeira, antiga, fica no complexo da Saint Chapelle, é uma casinha pros malacados.

Em Paris, os pé de brejo como eu e a minha deusa Carente, perdemos a noção de tempo. Então, a gente rodava, rodava, rodava e até se esquecia que tinha de dar aquela urinaaada, afinal, o calor era grande e dá-lhe água. Numa dessas situações, estávamos nos Jardins de Luxemburgo e, de repente, me veio aquela vontade de fazer um xixo. Pensei: “tô na lona, ou melhor, em águas... parque num tem banheiro pra deficiente”.

Mas, antes que eu prejudicasse uma moita Muito feliz, eis que surge uma casinha acessível. Devido ao aperto, não fotografei, sorry, mas tinha e era toda ajeitada.

Como eu disse no começo do texto, esse papo de WC pode parecer estranho pros mortais comuns, mas, para os ‘matrixianos’, saber se há acessibilidade nesse sentido é fundamental.

Aqui no Brasil, banheiro acessível é quase uma raridade em locais de grande concentração de pessoas. A gente se lasca para abstrair a ideia de que precisa fazer as própria necessidade. Decepção

Bem, mas o mais interessante eu deixei pro final. Sim, eu fiz xixi na rua, quase no pé da torre da Eiffel... mas em banheiro público, minha gente! Aêêêêê

Os banheiros que ficam nas vias públicas, há vários espalhados pela cidade, são acessíveis, limpos e gratuitos, juro. Cabe até o cadeirão grandão do Leandrão! Muito triste

Confesso que fiquei mais empolgado do que noiva virgem em noite de núpcias com a possibilidade de poder usar o espaço. Parece uma bobagem, né?! Mas para quem sempre fica de fora de tudo, estar dentro de algo tão básico, dá pra se sentir mais cidadão!

* Imagens de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 00h01

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Lugares para fazer arte

Não sei a razão, mas também não fiquei investigando isso, uma vez que adorei poupar uns euros Riso: em Paris, ‘malacabados’ e seus parceiros (um só, né? Nada de baderna Piscadela) não pagam nada para entrar nos museus e em exposições de arte.

 

Os ‘dificientes’ e idosos também não pegam fila em locais de visitação pública, vão de barão, na frente de todo mundo! Convencido... As pessoas que trabalham nesses locais atendem os ‘matrixianos’ muito bem e o direito à prioridade é claríssimo para eles.

 

 

 

 

O primeiro museu que fui com a patroa foi o Orsay, com arte mais contemporânea, umas casinhas no campo, uns retratos, uns jardins, umas florzinhas... coisas que aprendemos no primário, mas que pouca gente tem talento suficiente pra fazer bonito, sacam? Muito triste

 

Quando se forma um atropelo em frente de alguma obra importante, há sempre um segurança que abre caminho pro cadeirante entre os grupos de japas, alemães, paraguaios, gaúchos... Bico calado

 

 

Quando o cadeirante entra no museu, os funcionários dão um mapa específico sobre a acessibilidade do local indicando elevadores, rampas, banheiros reservados.

 

Meu povo, era muuuito doido. Eu apertava um botãozinho, no meio de uma sala de exposição e, do nada, abria-se uma porta e lá havia um elevador... ah, fala sério... eu me sentia um sultão... Legal.

 

 

No Museu do Louvre, uma estrutura física mais complexa e infinitamente maior que a do Orsay, a vida de quem tem deficiência também é melzinho na chupeta... É tudo acessível e o passeio muito gostoso.

 

 

 

Se pinta um local com três, quatro degraus, do lado tem um elevador, juro. Deem uma olhada na minha pose de madalena arrependida dentro de um deles... Embaraçado

 

 

Quando ficávamos perdidos em meio às salas e não encontrávamos os acessos, nossa cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança era suficiente para um funcionário se oferecer a ajudar e guiar.

 

 

 

O que atrapalha um pouco a vida de qualquer turista dentro do Louvre é que tem muita gente mais preocupada em tirar retrato do que em ver as obras... Insatisfeito.

 

 

Então, há locais como as instalações de Napoleão, que estou pensando em copiar a decoração lá pra casa (o duro vai ser achar aquele veludo Bobo), que para transitar é bem complicado, devido à quantidade de gente disparando clicks.

 

 

 

Mas o grande momento da visita ao Louvre foi mesmo o encontro da tal da “Mona Lisa”. Aqui em São Paulo, tem um bocado de ‘monas’, mas disputada igual aquela de Paris eu nunca vi... Rindo a toa.

 

Para entender toda a minha aventura diante do quadro de Leonardo da Vinci, é bacana ler a coluna do tio na Folha de hoje (03/08).

 

 

 

Aqui, a entrada da sala onde está a pintura. Quem tirou o retrato foi a minha deusa, ficando na ponta dos pés e erguendo os braços... eu não via nádegas... ops, só via nádegas Tonto.

 

 

O povão junta em frente à obra e num sai nem com reza braba. Nesse momento, dar prioridade para quem tem deficiência é complexo.... mas.... eis que surgem os seguranças e... Tá lá o tio, todo pimpão, ao lado da “Gioconda”! Aêêêêê

 

 

 

E do outro lado da cordinha ficam os “normais”...

 

 

Enfim, visitar os grandes museus de Paris é um prazer inesquecível e totalmente possível para malacabados. E não é porque as construções são do tempo do epa que eles não alteram a estrutura para promover o acesso pleno. Isso é pura balela.

 

 

 

Dá pra mexer sim, em prédios históricos, conservando seu valor.... basta bons arquitetos, bons engenheiros, boa vontade e cidadania.

 

Também passeei com a patroa pela Pinacoteca de Paris, onde vimos quadros de Edward Munch, e também espiamos uma exposição chamada “Paris D´Amour”, que acontece dentro do Hôtel de Ville... fala se não somos romantichos? Apaixonado

 

 

 

 

Para entrar no local de exibição do hotel e ver fotos de casais super variados vivendo o amor em Paris, era preciso vencer uns oito degraus, mas... do ladinho, havia um elevador.

 

 

O guardinha apanhou pra conseguir operar o aparelho, mas, sem problemas... havia também uma rampa.. o elevador era um “plus a mais”, como diria o seu “Pleonástico” Bem humorado

 

Amanhã tem mais de Paris acessível!!!

 

* Imagens de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 01h18

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Parisiando

“Zimininos”,  óia quem voltou?! Muito feliz. Para quem já tava ‘tronxo’ de ‘xodades’, o tio tá aqui, dando sequência ao humilde projeto de dominar o mundo para os matrixianos!

Nesta semana, como sou mais chique que ter nota de cinquenta na carteira Rindo a toa, vou contar um pouco sobre as minhas ‘rodanças’ por Paris durante as férias! Aêêê

Apesar de o “Fantástico”, da “Grobo”, ter dito ontem que a gente não deve colocar fotos de viagem nas internets por causa de seqüestrador, vou me arriscar. Mas aviso que fiz a viagem depois de juntar o meu ‘bolsa família’ por meeeeses, viu? surpreso

Hoje, vou falar um bocadinho sobre como é a acessibilidade pelas ruas da capital francesa. Outros temas, irei abordar nos dias seguintes e vocês podem deixar dúvidas nos coments, fechou?!

A labuta de cruzar o oceano atlântico em si foi mega ultra tranquila. Durante o voo de ida, os ‘povo’ do avião perguntaram quatro vezes se eu precisava ir ao banheiro dar aquela urinaaada. Se eu não fosse comprometido, corria o risco de me apaixonar por algum dos comissários... Muito triste.

 Achei bem bacana a preocupação e o preparo da tripulação com um ‘malacabado’. Mas a minha bexiga é igual que nem uma caixa d’água de 500 litros e enfrentei de boa as dez horas a bordo do urubuzão voador. Caso alguém precise, as cias aéreas tem uma cadeira de rodas pequetitica que auxilia chegar até o banheiro.

Diferentemente das Nova York, nos Estadosunidos, para mim, um cadeirante solto, sozinho, em Paris, terá dificulidades e terá de planejar muuuito sua trip para num ficar chorando parado vendo o rio Sena... Carente.

“Uai, Zairo, mas não é a Zoropa tudo, um mundo mais consciente sobre as necessidades dos dificiente?” Sem dúvida que sim, meu povo, mas acontece que resolver totalmente os desníveis de uma topografia, às vezes, hostil para uma cadeira de rodas é bem complicado.

As calçadas são impecáveis. Não, não tem essa buraqueira que convivemos nas cidades do Brasil, são largas e lisas. Há rampas em toooodos os locais, mas há também ladeiras (pequenas, médias e ‘insubíveis para cadeirantes’), o que facilita muito se o ‘’malacabado’ tiver um empurrador!

Nas proximidades de alguns momentos ou pontos turísticos da city, como por exemplo o Museu das Armas (ui), o acesso é por pedras seculares e aguentar os solavancos na cadeira é missão pra gente como eu, que tem o miolo mole... Tonto.

 

Mas, na maioria das atrações históricas o acesso é de boa, bem feito, fácil. O segredo é: se deparou com uma escadaria? Procure informação que haverá um acesso por rampas.

Acontece que estamos falando de uma capital mais antiga que usar camisa por dentro da calça, né?! Rindo a toa  Então, quem é meio destrambelhado como eu e minha patroa, sai desbravando a cidades pelas ruas e se depara com pontos cuja travessia de uma rua é feita por túneis subterrâneos com acesso por escaaaadas!

Aí, o jeito é andar sempre com um mapa e fazer um caminho um bocadinho mais longo para chegar nos lugares. Geralmente, há indicações em placas dizendo: “cadeirantes tão lascados por aqui. Evite”.  

Um trem que chamou demais a nossa atenção, de matutos Beijo, e que existe em boa parte dos cruzamentos parisienses movimentados foi essa caixinha pregada no poste da fota ai de baixo!

É claaaaro que formos futricar para saber o que era... ou melhor, ELA foi lá apertar o botãozinho e.... o poste fala com a gente Muito triste... . Quando acionado, o aparelho emite, por uma caixa de som, uma informação de localização.

“Vocês está na avenida fulana de tal, esquina com a rua beltrana. Aguarde orientações para atravessar.” De repente, a voz do além diz, ao fechar o semáforo: “Agora você pode atravessar”... e começa uma contagem de tempo! Ou seja, os pessoais prejudicados das vistas tem atenção especial e mais autonomia no ir e vir em Paris!

Algo que vale a atenção não só dos ‘matrixianos’ é que os motoristas franceses são bem ‘sangue no zóio’ e não estão muito ai com a batata de faixas de pedestres. Eles vão avançando, param em cima das pessoas, é auê. Buzinam muuuito pouco, mas não dão prioridade com muita facilidade. É preciso ter atenção.

Transitar pela “cidade luz” sendo deficiente é bem possível, é prazeroso, é confortável, mas vai haver obstáculos que um pouco de paciência e espírito de “ai aqui é tão lindo que vale a pena” para se dar bem.

Talvez, alugar uma “cadeira elétrica” possa facilitar alguns passeios, mas não avalio como fundamental!

Amanhã eu conto mais de Paris “proceis”! Ah, e amanhã é naquele esquema de o post ter as interatividachi com a coluna na Folha! Legal

* Imagens de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 00h34

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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