Jairo Marques

Assim como você

 

Um dia na praia

Pra quem ainda não sabe, o tio aqui ‘disque’ é professor, além de contador de abobrinhas aqui no blog e capataz no jornal...Inocente. Pra saber mais da minha carreira de ‘amado mestre’, clica no bozo... Brincalhão

Pois bem, meio doido de imaginar isso, mas além da motivação de ganhar aquele salarião que os profes levam todo mês em malotes fechados pro caixa forte, a minha ideia ao vender aulas foi estar mais perto do público jovem, saber qualé a desse universo atualmente e, de alguma forma, espalhar entre eles o meu plano humilde de dominar o mundo pros matrixianos..Beijo

Avalio que numa faixa etária entre trêeees ou quatro alunos devem curtir as minhas maluquices em sala (com viés de alta, né? Legal). E não pensem que sou um ‘professorzim bão’, não.. sou ruim, brabo que nem cachorro de japonês, cobro, dou cascudo (de mentirinha), quero que todos eles sejam grandes jornalistas..

Há cerca de três semanas, um menino que dei aulas no ano passado me pegou no contrapé. “Professor, tem um minutinho?!”. Na hora eu pensei “lá vem mais um me pedir estagio, pedir fontes de informação ou dizer que minha careca aumentou”... Tonto

E o Fernando Freitas não queria nada disso, queria apenas me contar como passou um dia inteiro rodeado de gente ‘estropiada’ e como aquilo havia mexido com sua vida... O véio motorista da kombi ficou até ficou emocionado na hora... o resto desta aventura, o meu aluninho mesmo conta... Acho que ele tem futuro... E 'cêstudo'?  

Sorte

No último dia 8, uma quinta-feira, faltei ao trabalho para ir à praia. Embora ache que todas as pessoas devam fazer isso pelo menos uma vez por ano, o que motivou minha viagem não foi a preguiça, mas um evento especial.

Primeiro, deixa eu apresentar a Nanasa (Núcleo de Apoio à Natação Adaptada de Santo André): Trata-se de uma instituição que usa o esporte como ferramenta de inclusão social de ‘malacabados’ de todas as idades e tipos de dificuldade. Conheci o trabalho deles há algumas semanas, em uma reportagem que fiz para o jornal BOM DIA ABCD. Fiquei muito interessado. Particularmente, me identifico demais com a questão da inclusão e acessibilidade.

Pois bem, naquele dia a Nanasa encheu quatro ônibus (devidamente adaptados) com alunos, ex-alunos e acompanhantes para dar um rolê em Bertioga, litoral norte de São Paulo, no evento que foi nomeado como o “1º Nautamar”.

Essa eu não podia perder! Quando soube que eles iriam levar a galera para passar um dia na praia, fiquei imaginando o quanto aquilo seria divertido e inesquecível na vida de todos, inclusive na minha, e me ofereci, como fotógrafo, para acompanhá-los no passeio.

No “Grande Dia”, o tempo não estava lá muito simpático, mas ninguém se deixou abater pela chuva e pelo frio que fazia no paço municipal de Santo André, nosso ponto de partida.

Toda a equipe de professores assumiu também a função de “animadores de torcida”, pra não deixar ninguém desanimar: “Pessoal, fiquei sabendo que lá na praia tá fazendo 40ºC na sombra, hein! Todo mundo trouxe protetor?”

E foi esse astral que conduziu as brincadeiras no ônibus, as risadas, os rostos curiosos daqueles que observavam a Serra do Mar pela primeira vez. Lá embaixo, não teve jeito: era meia-hora de chuva e meia-hora de um solzinho camarada, mas ninguém desanimou.

E foi lindo! Cadeirantes pegando onda, deficientes visuais entrando no mar sem medo, a criançada fazendo castelinho de areia, batendo os dentes de frio e querendo brincar mais! Os professores, incansáveis fazendo de tudo para que aquele dia fosse especial para todos. Show de bola!

Teve um momento em que eu parei pra observar o pessoal jogando futebol. Metade dos jogadores tinha algum tipo de deficiência, mas como estavam sendo tratados em condições de igualdade, ficava difícil identificá-los. Eu já não sabia quem era aluno, quem era professor, quem era o fotógrafo.

Presenciar toda aquela festa já estava sendo emocionante, mas as palavras da Antônia, que usa a cadeira de rodas desde criança por causa da paralisia infantil, ficaram ecoando na minha cabeça por um bom tempo: “Quando eu entro no mar, tenho uma sensação de liberdade muito gostosa! Parece até que minhas pernas não têm problema nenhum! É maravilhoso se sentir assim. E meu próximo desafio vai ser o mergulho”.

Por fim, voltamos para Santo André por volta de 19h, exaustos de tanto nos divertir

 

 

Aos alunos, eu prometi levar um CD com as fotos, assim que possível. Agradeci a equipe por deixar que eu participasse da festa, e pensei comigo mesmo: Por que isso não pode acontecer mais vezes? Basta um pouco (muito) mais de boa vontade do poder público para que a acessibilidade deixe de ser apenas uma palavra bonita e passe a ser realidade.

Bom final de semana e beijo nas crianças!

* Fotos de Fernando Freitas

Escrito por Jairo Marques às 00h00

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É Bonito!

“Zimininos”, falem pra mim, com ‘sinceridachi’, quem nessa vida nunca teve vontade de ir pros mato, ficar em contato com a natureza, dar bom dia pros pombo, refrescar a lomba na lagoa, ver uns bichos? surpreso ...

Ah, vai, mesmo os tais de cosmopolitas, é cosmopolita que fala, né?! Então, mesmo esse pessoal que adora um asfalto e uma fumaça de escapamento de carro na fuça já deve ter quisto arrumar uma moita, curtir um verde, pelo menos uma vez, né, não?

Pra quem é ‘matrixiano’ essa interação com os “ermo de mundo” é bem mais “complicosa” uma vez que acessibilidade e meios rústicos não costumam conversar a mesma língua.

Porém, como meu humilde projeto de dominar o mundo para ele se tornar um lugar onde todos possam interagir de forma livre (bonita essa construção, né? Legal) está bombando, já existem lugares que permitem esse pessoal abatido da guerra curtir um visu maneiro com tranquilidade! Aêêê

E saquem que coisa inacreditível, a sugestão de turismo que trago hoje, fica nas própria terra onde o tio nasceu, o Mato Grosso do Sul, que 99% da humanidade insiste em chamar de Mato Grosso!!! Uuuhrú Rindo a toa

Na real, quem fez o passeio no paraíso ecológico de Bonito, foi a minha querida leitora Denise Crispim, mãe da malacabadinha e formosa Sofia! Elas viajaram para lá no comecinho deste ano!

O local é cheio de cachoeiras, piscinas naturais, verde, paisagens, grutas e demais atrativos que hidrelétricas a do ram destruir! surpreso

“Por lá tem até lombadas acessíveis. Você já viu? eu não conhecia! São lombadas com rampas com excelente inclinação e algumas com piso tátil nas calçadas! É melhor até para quem anda bem! Super retinha, bonitinha! Vale lembrar que em Bonito não há semáforo, então as lombadas na avenida principal ficam próximas às faixas de pedestre, garantindo que os carros diminuam a velocidade”

Ai, ai... a Dê é uma coisa querida, mas ela num entendeu que as lombadas são para fazer os motoristas percebam que ali é uma cidade, pois se não se não pararem, de tão pequeno que é lá, Bonito passa e ninguém vê! Rindo a toa

Mas calma ai que vida de ‘estropiado’, mesmo no meio de um jardim, nem tudo são flores.. TontoTinham também cachoeiras com trilhas horríveis, em que até nós, andantes, sofremos. Mas também tinha passeios legaispracarmba.com.br com acesso para os ‘malacabados’, com piscinas acessíveis, trilhas retinhas e mordomias para os matrixianos!”

 

Agora eu vou contar uma coisa pro ‘cês tudo’. Morando ali pertinho por vários anos, praticamente o beiço de uma purga de Bonito, o tio nunca foi molhar as partes lá. Besta que sou, né? Carente

“Na Ilha do Padre, de onde saem os passeios de bote que fazem um percurso com muitas corredeiras, tem banheiro acessível! Dá para ir com a cadeira de rodas até o ponto de embarque. Na praia da Figueira, há um carrinho especial para levar os ‘malacabados’ até os quiosques onde tem cadeiras com pé na água, além de um deck de madeira onde dá para ficar sentado de boa, tomando umas...”

Leram isso??? Depois quem tem fama de cachaceiro sou eu, um ‘minino bão’ que só toma fermentados porque destilados o meu salário num vence pagar... Muito triste

 

“Outro lugar lindo demais é a cachoeira Boca da Onça (www.bocadaonca.com.br) em que os ‘dificientis’ contam com o apoio de uma Toyota para fazer um tour na fazenda e chegar a alguns pontos de banho. Quem é mais atrapalhado do equilíbrio, vai precisar de ajudar para se segurar porque as descidas são muito íngremes, mas a paisagem vale muito a pena, recompensa qualquer esforço.”

A dica tá dada mega (aprendi ontem essa coisa super Priscila de colocar o mega depois do verbo, fica mega luxo, né? Beijo). Agora é pegar aquela mala que seu avô andava de trem, bem grande, pra caber as lembrancinhas, e preparar a matula pra viajar!!!

Em tempo: Uma dica da Denise para fazer o passeio é a Agência Ar (isso mesmo, Ar!)  www.agenciaar.com.br . Eles dão aquela ‘hand’ e ajeitam o passeio pros ‘estrumbicados’!

Escrito por Jairo Marques às 00h00

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Soltando a cachorrada

Hoje (28) é Dia Internacional do Cão Guia...  Este blog presta homenagem a essas figuras “maraviwonderfull” que arrastam os cegos com presteza, amizade e dedicação rumo à dominação do mundo!

 

Lembrando que ainda são poucos, muito poucos, os que conseguem contar, aqui no Brasil, com um serviço prioritário de inclusão como é o cão-guia. Para saber mais, é só clicar no bozo que eu explico. Brincalhão

 

 

“O Sam se tornou a extensão mais preciosa de meu corpo.Não é só um filho, pois filho não acompanha a gente a vida toda; não é só um amigo, pois amigo não participa de reuniões de família; não é só um bicho de estimação, pois esse a gente não pode levar para passear em todos os lugares conosco; não é só um órgão de nosso corpo (os olhos), pois além de ver, ele interage conosco em vários outros sentidos. Sendo assim, o Sam é tudo isso reunido  e muito mais!”  

Kátia Antunes Marques

 

 

 

 “A Layla tem quatro anos e é uma mistura de Labrador com Golden. Veio  dos  Estados Unidos, em parceria com Instituto Iris. Em uma frase, posso dizer que, com ela, voltei a enxergar novamente” Genival Santos

 

 

“Este é o meu grande amigo é o Toby, um labrador de três anos. Pesa 28 quilos, é lindo e muito inteligente! Não sei se consigo dizer em uma frase o que ele significa pra mim, mas, vamos lá: Toby você é minha luz!!!" Erséa Maria Alves

 

 

 

 "O Brock é um labrador de seis anos de idade, está comigo há três anos; pesa 35 quilos e consegui por meio do Instituto Iris. Ele simplesmente salvou minha vida!" Daniel Sisti

 

“Pra mim, o meu cão-guia Whiety representa a a forma mais verdadeira de inclusão”. Marcos André Leandro

 

Em tempo: Hoje na Folha, histórias de pessoas que tiveram seus 'au aus', mas o perderam e mais sóbre cães-guias.... Só para assinantes, no bozo Brincalhão

* Imagens de arquivos pessoais e do Instituto Íris

Escrito por Jairo Marques às 08h48

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É só mais uma história de elevador

Meu povo, é ‘di certeza’ que nas outras encarnações eu fui ascensorista de elevador porque vai viver perrengues dentro dessa danada dessa caixa de aço que arriba gente que nem eu, viu?! Tonto

Eu já fiquei preso em “Ambulifit”, já fiquei nas alturas e tive de ser escoltado de braço dado com dois ‘sordado’ Embaraçado pra sair de lá, já olhei de cara feia pro povo que não se manca e não cede espaço no elevador para quem não sobe escadas, como esse senhor de idade que vos escreve...

Falando nisso, é ‘dispressionante’ como isso tem avançado pouco. No shopping, todo mundo disfarça, faz cara de “meu Deus, o que será isso” e não cede espaço pro cadeirante, não tem coragem de encarar as escadas...

Atualmente, a minha estratégia de guerra é ir me enfiando e passando com a roda no pé de todo mundo. Ai  o pessoal se espreme, se roça e tem sempre aqueles menos resistentes que acabam desistindo e sobrando lugar pra mim... Rindo a toa

Bem, mas, no domingo (25) , a sina se repetiu e eu me lasquei, é claro! Aêêêê O meu ‘apertamento’ é no térreo e não tenho problemas de ficar refém do caixotão, acontece que eu sou um ‘rapaizim bão’ e tenho que visitar a minha namoradinha, né, não?! Beijo

O plano era usual: dormir no cafofo dela, que fica bem mais perto do jornal, e poder ficar na cama mais dois ou três minutos antes de começar a segunda-feira braba. E assim, fomos ‘nóistudo’! Eram umas 22h30 quando chegamos ao prédio dela mais animados do que rei momo em véspera de Carnaval...

Estaciona o carro, tira a cadeira do porta malas, joga o Jairo no cavalo Sem jeito, pega os trem que compramos pra jantar e toca pro elevador com destino ao segundo andar.

“Uai, minha Deusa, os botões não acendem... Ixi, o elevador não sai do lugar... Pergunta pro vizinho se tá funcionando”

O vizinho: “Ah, isso ai deve tá quebrado. Teve pico de luz hoje aqui e parou tudo. Mas não se preocupa que eu levo ele lá pra cima.”

O ele, no caso, era eu mesmo. Ahhh, ‘zimininos’, já foi o tempo que eu me abraçava com um ‘homi’ pra vencer escadas, viu?! Parei com isso... Parei porque considero um risco a mim e a ‘boa alma’ que se propõe a ajudar..... e tem também o fator sentimental. Pego sentimento muito rápido e pode rolar uma paixão com o cara e tals... Muito triste

“Bora ligar pro serviço de atendimento de emergência para ver se eles consertam esse inferno.”

O moço da manutenção: “Olha eu só vou poder estar atendendo amanhã porque estou tirando duas veias de um outro elevador que enguiçou...” “Mas, moço, eu sou cadeirante. Se você não vier eu durmo ontem? Aqui na rua?”

O drama deu certo e o moço resolveu cumprir com sua obrigação de contrato: dar assistência ao elevador a qualquer hora... aborrecido. “Meia horinha eu tô ai.”

Naquele momento eu já sabia que viveria mais uma história de blog... paciência. E o tiozinho não se atrasou. Por volta das 23h, ele surge num carro cor de burro quando foge, seu Adailson.

 E ele era magrinho, com um sorrisão na cara, típico dos gente boa. “Loguinho arrumo e você sobe, fio. Cadê a chave da casa de máquinas pra eu mexer?”

Fala sério, alguém nesse planeta sabe que existe uma casa de máquina num prédio e que ela tem chaaaaave?!?! Gelamos, eu e a patroa, que consegue manter a simpatia até debaixo de chuva de granizo... 

Liga daqui, liga de lá. Achamos a tal chave... A cena era a seguinte: eu e Thaís na portaria, no térreo, com os notebooks abertos, afinal somos mais chique que meia amarela de bolinha vermelha e temos internets sem fio Entorpecido, esperando seu Adailson dar um jeito no elevador.

E as pessoas do prédio iam chegando e vendo nós dois ali loucos, tenho certeza, loucos pra perguntar: “ocês beberam? Tão fazendo o que aqui?”

Mas eu vi a minha viola em cacos quando, depois de quarenta minutos, chega reforço. Um rapazote que mais parecia um frango... Rindo a toa. “Vou lá dar uma olhada, mas, pelo jeito, queimou o inversor. Tem que trocar uma placa. Só amanhã”

“Garrei” fé em nossa senhora da bicicletinha pra ela pedalar com aquela história e ajeitar o elevador, mas num teve fundamento, nem reza, nem seu Adailson que desse sentido naquilo.

Os dois homens se esforçaram, mas realmente a queda de energia havia queimado sei lá o que, sei lá onde. “A gente te leva pra lá pra cima!”. Neguei...se o risco é grande com um, imaginem com dois...Apaixonado

Catei a mulher, colocamos os trem tudo de volta na kombi e toca voltar pra minha casa, na zona lost de São Paulo, mais de 0h.

Saindo da garagem, uma cena me comoveu e tirou todo o meu ‘calundum’ natural diante daquela situação. No carro do seu Adailson se amontoava toda a família dele, incluindo um bebê, o aguardando para irem pra casa... Puxa, ele realmente fez o possível pra me ajudar...

Em tempo: gente com dificuldade de locomoção, cadeirantes, idosos e demais povos que dão um trabaaaaalho danado para andar Muito triste, precisam ter telefones de emergências de seus prédios sempre a mão e saber como agir num situação de falha no elevador, por exemplo. Outra dica é, quando possível, escolham andares mais baixos para morar. Facilita muuito!

Escrito por Jairo Marques às 00h00

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Sem medo de fazer diferente!

Já repararam que para ter sucesso na vida é preciso fazer diferente do que a maioria faz?! Às vezes, a gente reluta, acha um saco ter a canela fina, o ‘zóio’ atravessado, o ouvido lascado, mas viajem comigo nesse lance:

O Neymar, jogador do Santos, quase campeão Paulista Entorpecido, joga bola com um ‘siricotico’ diferente, gingando de um lado pro outro; a Alinne Moraes, que tá estourando de sucesso na novela, tá fazendo um papel compleeetamente diferente; a Madonna arrebenta de vender discos e ganhar dinheiro porque faz do palco um lugar diferente...

Quem é matrixiano e faz tudo diferente, então, não tem nenhuma razão para ficar marginalizado ou ser ignorar pelo mundo, né, não?!

Tentar fazer diferente também precisa ser uma iniciativa de quem é ‘dificiente’, meu povo. Jogue bola do seu jeito, interaja com o mundo do seu jeito, cobre acessibilidade do seu jeito. Não se acanhar por estar agindo de forma única é um grande passo para se livrar das amarras de um mundo paralelo.

Eu mesmo, com esse blog, escrevo de uma forma torta, toda ‘diferentchi’ e, para o espanto de muitos que fazem tudo igual, tenho tido mais sucesso que pipoca sebosa de cinema! Aêêê...

Mas, para começar a semana da maneira que ‘cêstudo’ gostam, um menininho irá dar mais fôlego ainda na ideia de que fazer diferente é bacana também. O vídeo é daqueles de entortar a boca e trancar a guela pra não esparramar lágrimas no teclado de tão lindo, tão lindo... e emocionante.

A produção, é claro, só poderia ser de “Silvetz” Dutra, a incansável empurradora da minha kombi.  

Vamos lá, meu povo, diz pro chefe que vai tá vendo algo pra fazer um mundo melhor e pra empresa ganhar mais dinheiro Rindo a toa, dá aquele saco de bala sete belo pro seus ‘minino’ mascar, põe o cachorro pra cuidar do almoço e se dê esse presente de segunda-feira...

 

Em tempo: O link direto, para quem usa navegadores que não abrem o vídeo diretamente, é http://www.youtube.com/watch?v=-avOFjl5yVc&playnext_from=TL&videos=M804s5c1TFg

Escrito por Jairo Marques às 00h33

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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