Jairo Marques

Assim como você

 

Postzinho

Como o meu objetivo é ter tantos seguidores como aquele danado daquele cachorro do Canadá Muito triste, o post de hoje tá nos Twitter e nos Facebook! E olha, vale a pena bater o "zóio" em mais uma prévia do que virá por aqui, by Kica de Castro...

Tá uma 'deli'... "Homorada", vai por mim, tá "mara" (e eu tô monaliza, né?! Beijo)

Beijos nas crianças e bom final de semana!

Escrito por Jairo Marques às 12h26

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Ônibus, caminhão ou jamanta?

Como o número de leitores aumentou sensivelmente (ui) nos últimos tempos, de três ou quatro para cinco ou seis Inocente, tô pensando em trocar minha combi veia por uma outra condução, ainda não decidi se por uma van, uma besta, um ônibus, um caminhão, uma jamanta...

 

Para quem não sabe, eu dirijo um combi cor de burro quando foge e é com ela que pretendo dominar o mundo surpreso. Como a bichinha vive pifando, conto com vocês para empurrarem pra mim nas horas de aperto!

“Mas como eu faço isso, tio?”. Dando sugestões pelo email, deixando comentários nos posts, cobrando acessibilidade e cumprimento dos direitos dos ‘malacabados’ por onde vocês estiveram saracutiando!

 

 

Se lembram do "Jamanta"? Muito triste

 

“Para tudo, para tudo, veio doido!!! Como é que um ser prejudicado das pernas como você vai dirigir um caminhão, um buzão ou uma jamanta pra levar ‘nóis tudo’ rumo à dominação do mundo?”

 

Ahhh, mas é agora que este post começa, enfim... Beijo “Zente”, uma norma baixada pela Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) no final do ano passado determinou que QUALQUER veículo pode ser adaptado para que seja viabilizada a sua direção por ‘martrixianos’. É ou não é ‘maraviwonderfull’?!

 

Quando eu era moleque, lá nas Trelagoa, eu sonhava que, quando adulto, iria ser motora de buzão, vulgo motorista de ônibus... Legal Adorava ouvir o barulhinho das portas fechando e achava que seria o máximo poder apertar o botão para fechá-la...

 

A ordem do órgão máximo de trânsito foi explícita: “é permitida a modificação em qualquer veículo para ser conduzido por pessoas com necessidades especiais. A partir da publicação da Portaria 659, em 17 de dezembro de 2009, todos os veículos podem ser adaptados, inclusive os de carga, tração e os coletivos de passageiros, dando condições para que esses condutores possam exercer a profissão nas categorias “C”, “D” ou “E”.”

 

Ou seja, eu, você 'tetrão', você 'parão', você ‘pczão’, você “mamulengão” em geral, podemos ter uma jamanta para quebrar nas marginais e atrapalhar tuuudo o trânsito de São Paulo! Aêêêêê Muito triste

 

Meu povo, eu estimulo muito os ‘malacabados’ a terem seus veículos. Eu sei, eu sei que nem todo mundo pode e é pouco ecológico, mas é uma sem igual para nos integrar à sociedade com mais dignidade. No carro, somos igualzinhos a quaisquer outros motoras e fica muito mais tranquilo ir e vir.

 

Os órgãos de trânsito de caráter nacional são mega ultra antenados com a realidade e costumam tomar decisões muito favoráveis ao povo ‘dificientchi’, como por exemplo, entender que quem estaciona o carro em vaga reserva de shopping sem necessidade explícita, pode ter a xaranga guinchada e multada.

 

O problema, porém, são os Detrans, que costumam ser administrados por gente conservadora, mal informada, descolada da realidade e pouco receptiva a nossas demandas (noooosssa, que ‘nelvooooso’ Carente). Acreditem, ‘zimininos’, mesmo pessoas com estropiação muito severa consegue e pode e tem o direito de dirigir, com segurança, com boas adaptações.

 

Não tem essa de negar autorização. Uma colega minha, de Brasília, a Verônica, lembram dela? (Clica no bozo que eu refresco sua memória Brincalhão) Então, ela teve dificuldades de provar pro Detran local que ela era capaz de dirigir só com o uso dos pezinhos...

 

Claro que, quem não demonstra que tem capacidade para guiar de modo a não ficar trombando nos postes Muito triste, não pode ter carteira, mas, em geral, deficientes são ultra mega cuidadosos no trânsito, ‘oficoursi’.

 


 

Tô moderno!!!!

 

Desde o último final de semana, o tio ‘Zairo” resolveu ampliar suas teias internéticas e interneteiras e, agora, tô nos próprio Facebook e nos próprio Twitter. Abismado

 

Por enquanto, tô com menos amigo do que aquele cachorro gigante do Canadá, que tem 20 mil seguidores, mas quero botar fé que chego nos... nos.... ceeeeemmm amigos! Muito triste

 

 

Como a comunidadchi nos Orkut já é forte, por lá eu continuo fora e pego notícias na orelhada!

 

No Facebook, coloquei um trecho da minha entrevista no Programa do Jô, meu depô na novela e vou colocar fotos minha de biquíni, malhando, pintando, bordando.... Embaraçado. Também pretendo colocar pensamentos de bêbado e filosofia de boteco, ah, claro, falar do blog também.. Rindo a toa

 

 

O Twitter eu não sei mexer direito ainda, mas a ideia é que eu antecipe um pouquinho o tema dos próximos posts, coloque novidades urgentes, conte o que comi na janta (quando eu comer, claro, afinal, a pança tá broca) ... Carente

 

 

 

Os links vão ficar permanentes ali no cantinho direito da página, mas, seguem agora para quem já quiser me ajudar a ficar mais próximos do cachorrão canadense! Muito feliz

 

Facebook:

http://www.facebook.com/people/Jairo-Marques/100000755350974?ref=search

 

Twitter:

 http://twitter.com/assimcomovc

 

* Imagens retiradas do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 00h07

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A voz da estrela

“Zente”,  a audiência de ‘vocês tudo’ aqui (três ou quatro pessoas surpreso), todos os dias, me brinda, felizmente, com reflexos ‘maraviwonderfulls’: repercussão, credibilidade, atitude e mudança social.

Prova disso é que, quem vai publicar a primeira entrevista com a atriz cadeirante Vanessa Romanelli, que estreia em breve em “Viver a Vida”? O tio, é claro! Aêêê

A Vanessinha, já gravou sua primeira participação na novela, no último final de semana, no Rio. Ela vai interpretar a personagem Camila, que será tetraplégica.  Para saber mais, é só clicar no bozo que eu conto tudo... Brincalhão 

Ela falou com o “Assim como Você” com exclusividade e acho que vocês vão gostar das ideias, emoções e impressões da gata...

Sorte

Blog - O mundo agora tá quase dominado, com uma cadeirante de verdade fazendo novela na maior emissora do Brasil?

 

Vanessa Romanelli - Ahhhh! Dominado é uma palavra complexa hein?! Bom, acho que de uns anos pra cá temos observado muitas mudanças na sociedade com relação às pessoas com deficiência. É bem verdade que a conduta ainda tem que passar por algumas lapidações. Mas estamos vivendo uma fase de conquista de mercado de trabalho, espaço social e agora na telinha! Espero que um dia esse assunto se torne tão corriqueiro como falar sobre de amigos, economia, esportes... e por aí vai!

 

 

Blog - Como você Vive a sua Vida e como pretende "Viver a Vida"?

 

Vanessa - Minha vida é muito agitada! Rindo a toa Como diz minha mãe: “quanto mais coisa eu tenho pra fazer, mais coisa eu arranjo”. Adoro!! Sou muito “elétrica”. Não consigo ficar em casa por mais cansada que eu esteja. Estudo, vou pra balada, trabalho, faço teatro, fisioterapia.. e agora a telinha! “Viver a Vida” pra mim foi uma surpresa enorme! Quando eu poderia imaginar ser convidada a fazer uma personagem na novela?! Tenho certeza de que será uma experiência maravilhosa e de que todo mundo poderá aprender um pouco mais das peculiaridades de ser cadeirante!

 

 Blog - Conta um pouco sobre o seu papel na novela e as mudanças que na sua vida a partir de agora?

 Vanessa - Sei tanto quanto vocês nesse momento! Mas acho que a personagem independentemente de ser tetra ou não pode ser mais um ícone de informação para quem não conhece nada sobre ter uma deficiência. Acredito que através da mídia podemos levar informação a todas as classes sociais. Por mais que a realidade econômica da personagem ‘Luciana’ não seja a mesma que grande parte da população, este momento é importante, pois começa a quebrar barreiras decorrentes da falta de informação: o “PRÉ conceito”! Mudanças??? Não penso muito nelas não! Vivo um dia de cada vez! Muitas coisas tiveram que ser organizadas é verdade!

 

 

Blog - Você é um dos destaques do grupo "Menestreis Cadeirantes", com a protagonista Miss Jane, o trabalho do teatro vai te ajudar, agora, na TV?

 

Vanessa - A questão das pessoas dizerem que sou a protagonista da peça é meramente por causa do NOME do espetáculo.. Gostaria de deixar para os nossos leitores que lá na Oficina o trabalho é totalmente de grupo! São poucas as peças em que temos um personagem definido! Lá é tudo muito dinâmico e um depende do outro no palco! De se olhar sabe?! O teatro foi onde tudo começou! Com certeza muitooo do que aprendi lá vai me ajudar agora! Apesar de passar do ao vivo para o “gravando”, você precisa trabalhar com múltiplas atenções ao mesmo tempo, capacidade de decisão a uma orientação do diretor, lidar com o todo, o junto, o individual..  estou levando tudo que aprendi nesses quase cinco anos de Oficina! E vou trazer mais aprendizado de lá!

 

Vanessa, à esquerda, atuando ao lado de Carol Ignarra 

 

Blog - Milhares de "malacabadas", a partir de agora, vão se espelhar em você. O que pretende fazer diante da fama?

 Vanessa - Ainda não acostumei com essa idéia. Quer dizer.. isso ainda não faz parte do meu cotidiano! Embaraçado.. Não sei bem o que esperar, mas gostaria que a pessoas que por ventura se espelharem na personagem, ou até mesmo na Vanessa, que tragam isso para sua realidade. Que saibam que a estrutura familiar, de amigos, social e tantas outras são importantes sim! Mas, mesmo quem não pode contar com uma dessas coisas ou até mesmo com todas essas coisas, que o importante é sempre lutar e ir atrás dos seus sonhos e objetivos!

 

* Fotos de Gui Correia, Rapha Bathe e de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 06h43

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O dia que reboquei um avião!

“Pega ele aí rapidinho e vamos ver com a Infraero uma forma de fazer o embarque.” O ele, no ‘causo’ era eu mesmo e minha cadeirinha vermelha, e quem soltou o ‘pega ele aí’ foi um tiozinho com um tersol enooorme no olho direito Beijo, despachante da TAM, no aeroporto de Fortaleza (CE).

 

O rolo começou porque a aeronave que eu iria voltar para São Paulo havia mudado de lugar de embarque e a nova “plataforma” ficava num pico onde, para chegar, era preciso descer um andar.

 

Os seres humanos comuns Entorpecido foram pela escada rolante, eu, como o elevador estava quebrado (sim, num aeroporto internacional, numa capital que vai ser sede da Copa, em pleno Carnaval, o elevador tava zuado), teria de chegar até o embarque após uma operação ‘diferençada’.

 

O tiozinho do tersol era mais estressado do que a Mônica por causa do Cebolinha Rindo a toa e estava preocupado com um possível atraso da aeronave por causa do meu “translado”. E ele nem imagina o que estava por vir...

 

A Infraero resolveu o “perrengue” relativamente rápido criando um meio para eu embarcar, quer dizer, para eu conseguir chegar até perto da aeronave. Algo me dizia que aquela viagem seria um pé de... pé de... pé de jaca... Muito triste 

 

“Pede um ambulifit para botar ele para dentro do avião! A empresa tá rica e tem mais é que pagar!”, disparou o tiozinho do tersol, mais agitado do que vitamina de abacate.

 

Ambulifit, ‘zimininos’, é uma geringonça que ergue o ‘malacabado’ do chão, com cadeira e tudo (ou maca, se for o caso), e coloca na mesma altura que a aeronave, facilitando o embarque. É muito melhor do que eu ter de me abraçar a dois caras fortes, másculos, correndo o risco de criar sentimento, né, não?Carente

 

 

 

E foi exatamente num ambulifit destes da fota acima que vivi um dos momentos mais surreais da minha vidinha. surpreso Já a uns três metros do chão, o operador do ‘guindaste’ me solta: “parece que a bateria tá arriando, viu?!. A toada tá lenta demais!?”

 

Claro que não parecia, a bateria do trem não foi capaz de completar a missão e faltando mais ou menos um metro e meio para atingir a porta de serviço do avião, por onde eu entraria, a máquina parou de vez comigo, com o operador e com o tiozinho do tersol a bordo.

 

“Arriou foi tudo!!! Nem sobe nem desce. Tamo na roça”, me alegrou o operador, que tinha uma voz fininha e um sotaque carregado e engraçado demais da conta.

 


 

Agora, imaginem a cena: o avião já devidamente preparado para ‘avuar’ com umas 150 pessoas loucas para terminar de chegar em casa para curar a ressaca do Carnaval todos esperando um cadeirante desentalar para seguir viagem.

 

E não havia nada que fizesse o ambulifit desencalhar. “Aperta esse butão ai! Roda as engrenagem tudo!! Solta essa porca! Aperta aquela parafuso!!”, ordenava o operador, sem sucesso, do alto do ambulif.  

 

Passaram-se quarenta minutos, mais ou menos, e a tripulação do voo já não tinha mais unha para roer e o que falar para os passageiros. O comandante descia e subia as escadas desbaratinado, igual galinha que quer botar Tonto exigindo uma solução para o enrosco.

 

Ai, veio um dos ápices dessa história tão prazerosa: mexeram em alguma coisa do maquinário da geringonça que, de repente, ela se moveu abruptamente para a banda esquerda e, logo em seguida, para a direita. Naquele momento, eu perdi todo o meu bronzeado, fiquei ‘marelo’ de medo.

 

“Gzuis meu pai amado! Nóis vai cair daqui, nóis vai cair daqui!! E, olha, eu não quero viver com o dinheiro da aposentadoria do INSS, não, heim?!”, sentenciou o tiozinho do tersol.

 

“Zimininos”, havia cerca de cinquenta pessoas envolvidas naquela operação de guerra pra resgatar esse matrixiano que nos escreve. A causa do incidente, que por pouco não se tornou um acidente, era óbvia para todos: “Ah, esse ambulifit fica num canto ali e ninguém faz manutenção! E também não tem plano de emergência para resolver situações como essa.”

 

Engraçado, leio reportagens e mais reportagens mostrando que o governo gastou os tubos para embelezar os aeroportos (alguns com obras superfaturadas, segundo o Tribunal de Contas) e ninguém tá nem ai para garantir dignidade e segurança para quem é ‘dificientchi’...Nervoso

 

Agora, acreditem ou não, vem o grand finale, que eu já adiantei na semana passada. “Vamos rebocar o avião da frente do ambulifit. Assim, a gente livra a entrada, e a gente resgata os três por uma escada móvel”, ordenou alguém, que devia saber o que tava fazendo.

 

 


Meu povo, para ‘ajudar’ uma peça do ‘guindaste’ já estava tocando na porta do avião, então, era impossível fechá-la. O ‘manobistra’ teria de seria de ser ninja para não fazer uma meleca que empurrasse o ambulifit e ‘nóis tudo’ de lá dentro direto pro céu... Inocente.

 

Tranquei o ‘resistro’ novamente, e vi um avião de ‘trocentas’ toneladas ser rebocado, na minha frente, por minha causa, um luxo, né, não?! Legal... Eu disse, causa, porque culpa, essa é clara, da TAM e da Infraero, ‘oficoursi’.

 

Colocaram a escada em frente ao ambulifit, me retiraram, juntamente com o tiozinho do tersol e o operador, recolocaram a escada em frente à porta principal da aeronave, me embarcaram, e, enfim, seguimos para São Paulo, com uma hora de atraso, com muita gente feliz... Sem jeito

 

Se a chegada foi tranquila? Super... novamente, o avião não parou em um lugar que havia finger (aquele braço que permite aos passageiros irem diretamente do saguão para o avião, sacam?!) e eu precisei, para sair, de um....???? Aêêêêê ... ambulifit!!!!!

 

Novamente, a organização foi exemplar. Ira Demorou meia hora para chegar o guindaste!!! Tá bom, né? Malacabado num faz nada além de ficar em casa e no hospital. Por isso eu sempre digo, vamos viajar, ‘zente’, vamos dar as caras ao mundo, só assim, na pressão, a gente consegue ser visto, ser respeitado e ficar menos expostos à falta de competência alheia.

 

* Fotos de arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 00h03

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Atriz cadeirante real estreia em "Viver a Vida"

Meu povo, o dramaturgo Manoel Carlos, o Maneco, surpreende de novo e, desta vez, vai ajudar decisivamente para formar um mundo melhor a esse pessoal sem perna, sem braço, muletante, puxador de cachorro-guia, cadeirante, mamulengão... Rindo a toa Uma ‘malacabada’ de ‘verdadchi’ passa a fazer parte do elenco de “Viver a Vida”, já nos próximos capítulos da novela! Aêêêêê

Muita gente esperava esta notícia e sei também que a expectativa era que a nossa estrela maior, a atriz e deusa Tabata Contri, fosse a escolhida, mas... num foi desta vez, ‘zente’. Problemas burocráticos afastaram a nossa ‘ídala’ da “Grobo”. Porém, ela deve aparecer em alguns capítulos, para ‘aluminar’ tudo a telinha!  

Contudo, o momento não deixa de ser de alegria. A minha querida colega Vanessinha Romanelli, de 24 anos, cadeirante e protagonista da peça “A Mansão de Miss Jane”, na Oficina dos Menestréis, foi a escolhida pelo Maneco e vai ser amiga de Lucina, na trama global.

A Vanessinha é uma florzinha de simpatia e, recentemente, foi capa do “Folhateen”, suplemento aqui da Folha. Pessoal visionário daqui, né, não? Convencido

Falei com ela por telefone, que tá emocionada e tem plena consciência da “responsa” que terá representando e sendo espelho de milhares de mulheres “matrixianas” espalhadas pelo Brasil todo. Ontem mesmo, ela já foi para o Rio para assinar o contrato.

“Ainda estou nas nuvens, Jairo. E quero agarrar a oportunidade para que seja uma chance de mostrar, assim como você faz no blog, de que somos pessoas comuns, que precisam apenas de chances e acessibilidade para mostrar o potencial que têm”.

Na novela, Vanessinha que entrou para a Matrix por ter sido alvo de uma doença genética progressiva e ter ficado cadeirante em plena adolescência, vai fazer o papel de Camila, que deverá ser ‘tetrona’ (tetraplégica), assim como as ‘própria’ Alinne Moraes.

Como eu tinha esta informação com “exclusividadchi”, adiei para amanhã (se a preguiça deixar Muito triste), o post “inacreditível” em que vou contar como eu, sozinho, reboquei um avião com 150 pessoas a bordo! Mas, por agora, vamos mesmo é desejar muuuuita sorte para a Vanessa. Quem a viu no teatro, interpretando Miss Jane, sabe que talento ela tem de balde!

* Fotos de Letícia Moreira/Folha Imagem e de divulgação

Escrito por Jairo Marques às 07h22

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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