Jairo Marques

Assim como você

 

Voando alto, bem perto do céu...

Aproveitei o meu último dia em NY para me purificar e ficar pertinho do céu... Inocente. Subi os 86 andares (320 metros) do Empire State Building, um dos prédios mais altos do mundo! Uuuuia...

A construção, que abriga centenas de escritórios e galerias não é absolutamente acessível. As lojas, por exemplo, ficam em desníveis e há degraus para entrar. Ali, pelo que observei, não tinha muito jeito, não. Mas, confesso que não vi nada para comprar muito atraente, não... Abismado

Contudo, o mais importante do arranha-céu, o “observatório do céu de Nova Youk”, que é totalmente dominado!! Aêêêê

Nos quatro cantos do terraço há espaços exclusivos para os “malacabados” observarem a “maraviwonderful” visão da cidade. Uma experiência única na vida. Os banheiros, o piso, os elevadores são tranquilos pra esse pessoal sem perna, sem braço, mamulengo... Muito feliz

Vários tiozinhos de uniforme vermelho, funcionários do ESB, não dão moleza. Quando chega um cadeirante, eles abrem espaço entre a multidão de turistas, naquela muvuca toda, para garantir o lugar reservado. E se alguém fica próximo demais, eles avisam que o espaço é de prioridade do "matrixiano". Achei bacana demais, heim?

Há também aqueles binóculos rebaixados para ver tudo de pertinho, mas, num vejo graça naquilo, não....  O bom, a meu ver, é curtir os detalhes. Fiquei ali no alto, tomando vendo na cara, degustando a vista por uma hora... inesquecível.

Povão, agora eu sigo pras Miami, onde o blog tem uma sucursal Muito triste! Como todo mundo lá é bonitão, sarado.... it´s my place, né, não? Convencido

Escrito por Jairo Marques às 22h54

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Jesus loves you

Como eu já disse, estou andando mais do que notícia ruim aqui em NY. Ops, melhor dizendo, tô descambando desembestado com a minha 'wheelchair'  pelas ruas de Manhantthan. Nessa tocação de rodas toda, já ouvi uma penca de vezes a fatídica frase: “Hey man, Jesus loves you!”. E da-lhe falação no ouvido do cadeirante turista. Tonto

Nada contra, em absoluto, os evangélicos, mas eu queria mesmo ver os monumentos, os picos, as minas Carente bem tranqüilo e sem evangelização, depois eu converso com “gzuis”. Isn´t it (vulgo, né, não)! Muito triste

Hoje fui ver um espetáculo da Brodway, o Hair... Caraca, meu povo, além de ficar num lugar excelente, por onde entravam as atrizes “maraviwonderfulls” e me davam um beijinho (até uma “fror” o tio ganhou Inocente), paguei a metade do preço (pra qualquer show é assim, desde que você compre na bilheteria da própria companhia) e vi uma apresentação inesquecível...

Pra quem tá curioso, vejam ai alguns meus momentos meus em Nova Yorque.

 

Juro, atrás de mim estava a Estátua da Liberdade, toda pimpona, paradinha! Rindo a toa

 

Eu sou muito fã dos artistas espanhóis, então, esse retrato “malacabado”, que nós da “Matrix”, todo torto, Rindo a toa, estou com um das telas de Joan Miró, no Museu de Arte Moderna

 

O Central Park é um desbunde. Absolutamente dominado pelo povo sem perna, sem braço, que não ouve... Eles alugam ciclyhand lá.... uma espécie de bicicleta que você toca com a mão. O meu colega “Evandro” tem uma!

Esse ai do retrato é o Mister Kim. Motorista de um “bumba” de turismo. Fui testar o trem pra falar pra vocês como é. Tudo é acessível, mas não dá pra subir no segundo andar e ficar com a fuça pra fora Carente. O duro foi agüentar o Mr. Kim ... O chinês toda hora ir ver se a cadeira estava bem presa... aff... que chatice. Mas tudo bem, ele estava preocupado com a minha segurança. surpreso

 

Agora, o legal mesmo é o “metrozão”! Maior lenda essa de falar que é tudo sujo. É velho, isso é, mas é limpo. E o mais importante: as estações mais estratégicas são acessíveis e você consegue ir circulando por toda a city por elas....

 

No final do dia.... bem... no final do dia... é 'nozes nas fritas' e nas beers, né, não?! Convencido

* Fotos são minhas e de voluntários Muito triste. "Zente", o concurso da viagem dos sonhos tá acabaaaando!!!!    

Escrito por Jairo Marques às 21h39

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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