Jairo Marques

Assim como você

 

No cheque especial

Pessoal, nesta semana fiquei em débito com o blog, praticamente entrei no vermelho, né, não? surpreso

Mas tá broca, viu?! Tô "gribado", provas da molecada na facul, palestra, enfim.... tô realmente bem "malacabado"! Muito triste

Bom final de semana pra todo mundo e espero que segunda eu consiga trazer algo "bacanudo"

Beijos nas crianças...

* Imagem retirada do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 08h59

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Quando a ficha não cai

“Arô, Márcia?! Cê tá boa, fia?! Ai ‘minina’  tô no zorelhão porque o celular tá sem crédito. Só no dia 5, agora. Mas dá pra falar bastante com ficha. O duro é que acho que vou ficar com dor nos quarto porque essa casinha aqui é baixinha demais da conta.”

 

 

“Zimininos”, então.  Telefone público acessível já é uma raridade (os especiais para surdos, praticamente inexistentes) e quando tem um a nega se “dipindura” e nunca sai nunca mais? Ah, gzuis me leva que eu to pronto, né?! Tonto

Mas eu já descobrir porque as pessoas adoram usar o orelhão dos “malacabados”. Como ele é mais baixo, as pessoas aproveitam para se escorar no aparelho. Saca um povo com amarelão que não pode ver um canto que já tá se encostando? Então Rindo a toa.  Bota reparo que vocês vão comprovar o que tô dizendo.

Moço, espera ai que é rapidinho. Vou só passar a receita de frango da Zana Maria Brega pra minha cunhada”... Pô, rapidinho é o demônio da tasmânia Rindo a toa. E fica  lá o cadeirante esperando “a vez” dele para dar uma ligadinha.

 

 

Não sou radical em achar que o telefone acessível tenha de ser exclusivo. O que é dose de leão é ver que as pessoas têm outras opções públicas para ligar, mas optam pelo mais cômodo, o que vê primeiro. Acredito que haja também desconhecimento... gente que ache que o símbolo universal da acessibilidade seja um enfeite, um "grafite"... Entorpecido

Contudo, se liguem no caso da fota acima, que é do meu brother Arthur Calasans, feita no centrão de São Paulo . Há um orelhão convencional vago do ladinho da moçoila.

Pra cadeirante e gente pequena as opções são em menor número do que para os não “matrixianos”, logo, um pouquinho de bom senso ajuda, né?!

Escrito por Jairo Marques às 00h00

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Mais cachorrada

Povo, agora vejam na prática como se faz o "au au" trabalhar pra esse povo sem braço, sem perna, cadeirante e mais folgado do que colarinho de palhaço! Convencido

Está semana tá puro sufoco pra mim, mas tô fazendo de tudo para que na sexta, tenha uma "novidadchi" bacanademais.com.br por aqui.

A tradução e a legenda do filminho cachorrudo é da Silvetz Dutra!

 

 

 PS: Pessoal, como a janela do vídeo é muito grande, deem dois clicks que ele irá abrir em outro local e poderão ver direitinho, tá bão?!

Escrito por Jairo Marques às 08h05

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Bote seu cachorro pra trabalhar!

“Zimininos”, podem acreditar, cachorro não é só para abanar o rabo, criar carrapato e puxar o povo cego na rua atuando como cão-guia. Rindo a toa

 

É possível ensinar ao seu tomba lata que tá se coçando por ai a fazer pequenas atividades do dia a dia como apagar a luz, buscar objetos, abrir portas e até dar uma puxadinha na cadeira quando bater aquela “lezeira” básica. Muito feliz

 

A minha leitora Maria Carolina, aqui de São Paulo, dá umas dicas “supimpas” de como fazer o “lulu” quebrar seu galho. Muita gente havia me perguntado de os próprio cachorros podem ajudar cadeirantes, além dos cegos, então, a resposta começa hoje!

 

As ilustrações são do parceirão Marcio Baraldi!

 

 

Sorte

Para que serve um cão? Se você respondeu que é para buscar bolinha, fazer carinho e te lamber quando você chega, saiba que você está completamente, redondamente e totalmente certo. Mas ele não serve só para isso...

 

O seu super Tabajaracão pode também aprender a acender e apagar a luz, trazer objetos específicos como controles da TV, roupas e seu chinelo ou até chamar algum "infiltrado".

 

E olha que ele nem precisa ser assim um gênio-cão... Basta que você ou o infiltrado ao seu lado tenha paciência e petiscos interessantes.

 

Como fazer isso? Anote aí tudim: Convencido

 

Primeiro ache o cão, tire a meia suja da boca dele Muito triste, arrume uns petiscos e prepare-se para a aula. Os petiscos podem ser salsichas de frango (porque não têm corantes), petiscos para cães tipo bifinhos desidratados, pedaços de frutas ou a própria ração, se ele for esganadinho.

 

Corte a salsicha ou as frutas em pedaços beeeeem pequenos. Os petiscos servem só para motivar e, se forem muito grandes, ele vai ter que parar para comer e perderá o interesse logo. Não use bolachas para cães porque elas esfarelam e o aluno-cão vai perder um tempão até pegar todas as migalhas. Alguns alunos podem precisar de outros estímulos como carinhos ou um “pega a bolinha”. Use o que ele mais gosta.

 

 

Para facilitar a vida, vamos usar um negócio chamado target. Pode ser uma varinha, um post-it (aqueles bilhetinhos que colam) ou um pedaço de papel (escolha somente um e use sempre o mesmo).

 

Mostre ao cão. Curioso como eles são, vão cheirar o objeto. Imediatamente, diga “MUITO BOM, ISSO MESMO” e dê um pedacinho do petisco. Repita isso umas 3 ou 4 vezes e pare. O segredo do adestramento é deixá-lo sempre motivado. E aulas grandes são chatas pra caramba! Tonto

 

Repita o mesmo treino mais tarde ou no dia seguinte. Você pode fazer várias aulas por dia, desde que elas sejam sempre curtas e o cão esteja motivado (babando pelo petisco). Pode começar a variar a posição do target também. Ponha em lugares mais baixos, mais altos, na parede, em você mesmo. O cão estará “pronto” quando ele for sozinho até o objeto e encostar o nariz nele. Esse é o objetivo.

 

Para ensinar a acender e apagar a luz: coloque o target um pouco acima do interruptor e deixe que o cão pule para alcançá-lo. Se ele bater no interruptor diga MUITO BOM e premie. Quando ele estiver “craque” passe a dar o comando “LUZ” (ou outro que você escolher) antes de colocar o target no interruptor.

 

Logo ele entende o que significa a palavra e se adianta ao target. Parabéns! Ele aprendeu... Não se esqueça de sempre “pagar” pelo serviço - funcionário motivado sempre trabalha melhor. Muito triste Mas só premie quando ele obedecer o comando. Se ele fizer SEM que você tenha usado o petisco ou o comando, ignore...

 

 

Se ele tiver dificuldades para entender como alcançar o target, comece com o objeto encostado na parede, mas embaixo, de forma com que ele consiga encostar o nariz sem esforço, e vá subindo até ele entender o que precisa fazer.

 

Cães pequenos podem ser ensinados a usar um sofá ou cadeira como apoio. A parte de pular no interruptor não é recomendada para cães acima do peso, com mais de oito anos, problemas de coluna e cães das raças Teckel (o salsichinha) e Basset Hound. Ensine a parte do target que será bem útil nos próximos treinos.

Escrito por Jairo Marques às 07h53

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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