Jairo Marques

Assim como você

 

Quando o carteiro chegou...

Confesso que sou um tanto acelerado, algumas vezes. Fico ansioso para que o mundo gire depressa e traga logo o tão comentado domínio dos rumos da humanidade por parte desse povo sem perna, sem braço, que não vê, que não ouve, que usa cadeiras de rodas, que vive na Matrix...

Nessa passada, eu também tenho que assumir alguns ônus como ser rude, grosseiro, radical e arrogante. Por mais que eu queira, e eu quero mesmo, não minto, ter unanimidade, ela é impossível de conseguir, ai, tenho que “guentar” no lombo receber rótulos que são duros de engolir. Porém, reconheço que pouquíssimos blogueiros têm o nível aprovação que eu tenho e é tão "queridão" pelos leitores! Sem jeito

 

Como uma leitora antiiiga minha disse em um dos comentários, esse blog virou um pouco de um grupo com pensamentos homogêneos, uma espécie de tribo com ideias comuns e que se protege, se ajuda e se defende. Então, admito que pode acontecer de eu perder as estribeiras, em alguns momentos, baseado nisso.

Mas, eu tenho mesmo que assumir as consequências de tanta exposição e tolerar (pelo menos tentar) que me insultem por eu ter me atrevido a querer ajudar um povo a sair das cavernas, a ajudar a jogar luz em conceitos pré-históricos que rondam a deficiência no Brasil.

Admito também que após concluir cada post eu penso: "caraca, acho que consegui, de novo, trazer algo novo pro povão". E penso pouco se aquilo exposto irá soar negativamente para alguém.

Bom, hoje eu publico uma carta ardida Carente que recebi na semana passada. Pelo bem da pluralidade e pra não ser acusado que escondo a minha “reprovação”, eu publico aqui hoje.

Gostaria, realmente, que fizéssemos nos coments um debate sério (ui Rindo a toa) sobre a questão central da carta: que eu estou destruindo a imagem do deficiente e que eu não respeito a dor de quem é “malacabado”.

Também queria ler de vocês outras críticas que queiram fazer, mas, talvez, guardem por me achar um “marimbondão preto” Muito triste quando fico nervoso ou avaliam que não era o momento.

Apenas, pra finalizar, queria mais uma vez dizer que o blog é um trabalho VOLUNTÁRIO da minha parte. Ralo nove, dez horas no jornal em outra função que me sustenta, dou aulas e tomo pinga Rindo a toa. Por isso, não tenho condições de evoluir em alguns aspectos.

E também deixo claro que o mundo do blog, o mundo do “Assim como Você” não é o mesmo da redação onde trabalho. Insistentemente me chamam à responsabilidade de jornalista em algo que, para mim, é a minha própria vida e não aceito amarras técnicas.

Ah, sim, eu respondi a essa carta de uma forma, digamos, “nelvosa”, mas não vou tirar o foco, agora.... 

 

Sorte 

 

Tomei a liberdade de anotar seu e-mail e buscar conversar com você por ter ficado extremamente incomodada com suas últimas manifestações no "seu blog". Confesso que passei a noite em claro, tentando ponderar, digerir o que de fato esta se passando.

Primeiro, preciso dizer que também tenho pólio e, por conseguinte, sequelas da mesma. Segundo, preciso ponderar que, como você é um disseminador de opinião, em sua entrevista (no Programa do Jô), informou um dado equivocado quanto a ser um dos últimos a ter pólio.

 

Na verdade, o governo Brasileiro, ao anunciar a erradicação da nossa doença, trabalhou com  dados de 1989. Mesmo assim, esse dado não é exato. Pois temos que considerar as recidivas da vacinas, e os novos casos que ainda estão a acontecer.

Só para te informar, penso que desconhece, mas o vírus esta em franca mutação. O Polivirus que era constituído de uma variação 3 vírus, hoje já temos 5 víirus. Ou seja o polivirus continua avançando.

 

Bem, mas se quiser podemos trocar mais informação a esse respeito, porque temos também outro problema somado ao da Pólio. A Síndrome Pós-Polio, que também tive a honra de ser escolhida para tê-la. A esse respeito tenho muita, muita informação.

Mas olha Jairo, o que me incomodou profundamente foi a forma que você reagiu a entrevista. Penso que ocorreu algum ruído na comunicação. Porque sinceramente, quando li o seu desabafo compreendi a princípio que pudesse ter sido destratado, ou mesmo passado por alguma situação vexatória.

Assistindo à entrevista, pude perceber duas pessoas absolutamente nervosas, sem saber que rumo dar a uma conversa que reputei  pudesse ser a manifestação mais significativa, em acessibilidade, que nós, pessoas portadoras de deficiência pudéssemos ter.

Para piorar, hoje você ainda caprichou mais na dose, e saiu atirando para todos os lados. Não sei verdadeiramente o que pretende, mas queria refletir com você, se não acha que esta havendo um certo descaminho em uma causa tão nobre que é a nossa dor?

Percebo o extremo que você vai, quando se depara com uma opinião contrária, a que acha ser válida. Gente! E essa história de criar um mundo paralelo, expressões paralelas, não estaria você assumindo o bloco DOS PRECONCEITUOSOS DE EXCELÊNCIA?

 Por que precisamos fazer chacotas da nossa dor?  Por que estaria você, um portador de deficiência, com tanta necessidade de excluir? Como? Se a nossa bandeira até hoje, tem sido no sentido de agregar, de mostrar que podemos conviver?

Por que enfatizou em sua entrevista, expressões grosseiras, como: ...”a médica tinha ferida na bunda”, quando poderia ter dito, que tinha escaras? Quando naquele momento poderia ter enfatizado a vitória da nossa irmã?

Já pensou como ela deve ter se sentido? Preferiu ferir, agredir? O que esta acontecendo? Como um técnico em comunicação perde a referência? Para onde esta olhando? Penso que não contava com as consequências da exposição televisiva. O que é surpreendente!

Pois você sabe o quanto sofremos com o dia a dia. O quanto a luta é longa. O quanto sua atitude pode custar anos de luta. Você pode induzir, levar que as pessoas achem que todas as pessoas portadoras de deficiência pensa como você.

Aí, não sei. Queria muito poder te ouvir, entender. Estou muito decepcionada. Entristecida com tudo isso! Me perdoe, mas precisava te colocar essa fala, para podermos dividir nossas dores, resolvermos entre nós da melhor maneira.

Penso que não é o meio mais adequado, enfiar nossos problemas guela abaixo das pessoas... Somos mais, muito mais do que problemas. Somos sinônimos de superação. De galhardia. Vamos! Retoma seu caminho das denúncias! Dos serviços prestados a todos nós com informações úteis. Que já é um trabalho muito árduo e brilhante da sua parte.


Desculpa mais uma vez, mas promete que e vai refletir um pouquinho? Estamos juntos na luta, mas não para nos perder.

Atenciosamente

Eliana Aquino


* Os grifos foram feitos por mim

** Imagens retiradas do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 00h00

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Mais que cachorrada, heim?!

Povo, e tá faltando muito ainda pro Natal será, heim? Rindo a toa  Todo mundo sabe que o tio é chegado num cachorro, né, não? Lá em casa já teve a Belezura, a Brigite, o Bozó, e atualmente temos um labrador atentaaaado chamado Nero.

 

Mas “causo de que” eu to falando isso? Hoje é Dia Internacional dos próprio cão-guia, “zente”!!! Convencido

 

A primeira história desses cachorros que ajudam os “matrixianos” cegos que contei foi da cadela Raissa, a primeira cachorra (ui) a entrar nas salas de aula de uma escola pública de Niterói, no Rio. O dono da bichinha é o Marcinho, um cara “maraviwonderful”... como a dupla foi um dos primeiros post do “Assim como Você” nem teve taaaaanto comentário como rola “ultimamentechi”. Carente

 

“Vo6” não fazem ideia de quanto um cão-guia ajuda os “malacabados dos zóios” Muito triste. Eles dão upgrade na segurança desse povo na rua, facilitam tarefas diárias, integram e estão alerta para situações de perigo.

 

Mas a real, “zimininos”, é que ter um cachorro desse custa mais caro do que picolé de limão (digamos assim, um caminhão cheio de picolé de limão ainda não paga). No Brasil, cerca de 10 mil “matrixianos” precisam do bicho, mas só cerca de 60 possuem. Chorão

 

Bom, mas vamos “acordapavida” (êh Rafaelinha Rindo a toa ) e começar logo esse post.

 

Como muita gente acha que eu sou doido e esse blog é um lugar de pirações (o que não é de tooodo mentira Muito triste), resolvi entrevistar... um cão-guia!!!! Uhrúúúú

 

E num é qualquer cachorro tomba lata, não. Eu “conversei logo com um “príncipe” de quatro patas!

 

Charlie é o cão-guia da minha queridíssima e encantadora leitora Jucilene Braga, de 28 anos, e que me manda um monte de recado pelos outros dizendo que é minha fã. Muito triste

 

 

“Há um ano e sete meses, tenho a honra de ter ao meu lado um ser pra lá de especial como amigo e fiel companheiro. Brinco dizendo que um dia arranjarei um namorado igualzinho a ele, gentil, que me ouve, não me contesta em nada e está sempre ao meu lado.

 

Só falta abrir a porta do carro, me pegar pela mão e sairmos de braços dados. Mas, como isso não é possível, ele com sua beleza tenta fazer sua parte atraindo tanta gente para o nosso lado que numa dessas descolo o tão sonhado príncipe”.

 

Blog - “Ocê” tem quantos anos e é de onde, nego?

 

Cachorrão - Príncipe Charlie, ao seu dispor. Tenho três anos e seis meses, sou norte-americano, natural de Rochester, Michigam. Minha raça é a golden retrivier e adoro um carinho... Deixa eu falar baixo, senão minha dona já vem me dizer que não posso brincar em serviço.

 

 

Blog – Conta “pa nóis” da sua formação?

 

Cachorrão - Nasci numa escola chamada Leader Dog For the Blind e, com dois meses, fui morar com uma família. Com eles aprendi a ser educado, não latir em locais impróprios, ficar quietinho quando me levavam a lugares como restaurantes, supermercados, cinemas e até acampar eu fui.

 

Com um ano, voltei à escola e comecei a ter uma vida completamente diferente. Fui apresentado a um equipamento estranho. Uma espécie de colete de couro com uma alça encima e uma guia que estava atrelada a minha corrente. Antes tinha muita liberdade. Agora fazia aulas com uma pessoa ao meu lado me ensinando como fazer para avisar os degraus, reconhecer portas, passar os postes sem deixar a cara da pessoa pelo caminho até que, eis que de repente, fui apresentado a uma pessoa que viria a ser muito importante em minha vida.

 

Blog – Uia! Conta ai, ‘rapai’!

 

Cachorrão - Jucilene é o nome dela e hoje ela não dá um passo sem que eu esteja lá em seu pé para que não me deixe abandonado. Em todos os lugares que ela vai lá estou eu firme e forte. Tudo bem que esta mulher mais parece ter uma rodinha nos pés que não para, mas faço questão de acompanhar todos os seus passos. Às vezes, ouço ela me defender quando alguém vem tentando impedir a nossa entrada em algum lugar. Aí ela tira logo a minha documentação para mostrar que tenho direito de estar ali e que existe uma lei que me protege.

 

 

Blog – Mas, ôh seu príncipe, rola um babado de ciúmes da Juju por você?

 

Cachorrão - Ela morre de ciúmes de mim... Todo mundo que vem me dar um agrado, ela já fala logo em alto e bom tom: “Olha, por favor, não lhe faça carinho, ele está a trabalho, isto prejudica a minha locomoção”.

 

Eu adoro os carinhos, mas realmente não posso aceitar, senão malandro como sou, vou querer brincar e como fica a integridade física da minha amiga? Eu adoro trabalhar, até na praia já fomos juntos.

 

Aqui a Juju num agüentou e entrou na conversa:

 

“Espertinho o senhor Charlie, mas explico que não sou tão cimenta assim. Claro que rola um pouquinho de minha parte, mas, de fato, atrapalha quando estamos fazendo um trajeto e lá vem um desavisado e coloca a mão no cachorro sem ao menos pedir.

 

No começo, os meus amigos me chamavam de grossa, ‘maleducada’ e que eu tinha que entender o povo, hoje todos me dão razão, porque é comum estarmos jantando ou fazendo qualquer outra coisa e sempre vem um mexer com ele interrompendo mesmo a nossa conversa.

 

Compreendo que cão guia no Brasil é uma ideia nova, que quase ninguém tem, mas parto do princípio que só o fato de se tratar de uma pessoa que não conheço, o mínimo é se aproximar e perguntar se pode fazer um carinho e não chegar e meter o ‘mãozão’ como se o cachorro fosse público e ignorando minha presença.”

 

Bem, “zimininos”, parte das fotas que ilustram o post foram de uma “cachorrada” que rolou na avenida Paulista, aqui em São Paulo, na semana passada, em homenagem ao dia do cão-guia. É só procurar que vocês encontram o príncipe e a Juju. Os dois ali do primeiro retrato, na praia! Bem humorado

 

 

Hoje, essa trupe vai estar o dia todo no shopping Iguatemi, também aqui em “Sum Paulo”! Lá a cachorrada vai estar liberada e pode brincar com eles, pode beijar, pode pedir autógrafo... surpreso

 

Para quem quiser saber mais sobre cão-guia, dois caminhos: WWW.iris.org.br e WWW.caoguia.zip.net

 

* Fotos do arquivo pessoal de Jucilene Braga

Escrito por Jairo Marques às 00h02

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Ele é o cara!

Um dos vídeos desse "rapaizim", em que ele fala com uma plateia de estudantes sobre a força necessária para se levantar na vida, virou um fenômeno nas internets. Eu mesmo recebi umas 15 vezes pelo email! surpreso

Mas o tio é "inzibido" e a única coisa véia que aceita nesse blog é ele mesmo. Muito triste 

Então, em mais uma parceria com a minha ajudante-geral para assuntos mecânicos e sentimentais da kombi véia rumo ao domínio do mundo, a Silvia Dutra, lá dos "Estadusunidos", trago um vídeo novo do também "minino bão" Nick Vujicic.

Ele é impressionante! Tem uns toquinhos de pernas e outros toquinhos de braços, mas solta um vozerão, revela uma garra que a gente fica bege de ver.

Hoje eu publico a primeira parte de uma palestra que ele fez e, em breve, coloco a segunda. Vale a pena conhecer as ideias desse "malacabado" di certeza!

 

 

 

 

Escrito por Jairo Marques às 07h51

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A hora do banho

Pode parecer meio estranho, mas uma das perguntas que eu mais escuto, sobretudo vinda de crianças é: “Como é que você toma banho, tio?”

E a minha resposta mais comum não poderia deixar de ser: “Banho? Que banho?” Rindo a toa

Realmente, é um pouco diferente o banho dos “matrixianos” que são cadeirantes. Mas, podem acreditar, a gente não entra debaixo do chuveiro com cavalo e tudo, não. Tonto

Agora, “difinitivamente” (como diz uma tia minha chamada Filinha, juro!), aqueles trecos que vendem com uma tampa de privadas e rodinhas, sabem qualé? Não? Bate o olho na fota ai....

Então, “difinitivamente” esse trem ai é bom pra saúde do nosso popô (bonitinho popô, né, não? Beijo). E é comum darem esse museu de presente pra gente pensando que é útil.

Povo, é desconfortável demais. Parece prático, né? Ocê passa pelo trono ai já tem as rodinhas pra te levar pro chuveiro. Ah, mas “deuzulivre”. É desconfortável, é feia, é desengonçada. Presta, não!

Ai tem aqueles banquinhos que fica bem debaixo da ducha... Me leva gzuis... me leva que eu tô pronto. Muito triste Põe um “tetrão” parado ai, põe. Um “mamulengão”... vê se ele para.. para é com a cara no chão. Tonto

Sem falar que, quando se abre o chuveiro, num vem, no começo, aquela aguinha gelaaaada? Então, tem dó, né?  “Acordapavida”* e num faz isso com o “matrixiano”, não, nego!

Mas uai, como é que faz? A melhor solução que a “ciência” encontrou é uma cadeirinha branca de plástico. Sabe qualé? Umas que usam em quermesse, em culto, em reunião de condomínio, lembrou?

Então, é numa dessas, beeem encardida, que o tio toma banho, uma ou duas vezes por semana.

Ela precisa ser bem resistente e, de preferência, não pode ter aberturas, porque isso também pode machucar nosso bumbum (comecei a semana meio Priscila, né? Convencido).

Dá última vez que fui pra casa da minha mãe, lá nas “Trelagoa”, ela comprou uma cadeira de banho nova.... até me avisaram que ela era fraquinha. Eu insisti e “tibum”, a bicha arriou comigo.

Foi preciso chamar um guindaste pra me tirar do chão, pelado, ensaboado e molhado. Uma lindeza de se ver... Carente

Certa vez, quando eu fui passar uma temporada na Europa (ai, ai, me ‘guenta’ Rindo a toa ), eu melasquei.com.br/pracaramba pra tomar banho. É que aquele povo lá tem o costume de lavar as partes na banheira, “zente”.

Agora, fala pra mim, como é que eu entro num chuveiro que fica em cima de uma banheira?

“Ah, tio, coloca a cadeira de ‘prástico’ dentro da banheira! Tchanannnnn”.

Vai lá, bobo, vai tentar passar da cadeira de rodas para uma outra de plástico que esteja dentro de uma banheira. E o vão que fica? Vão nada, né? É uma verdadeira fenda, uma fenda do biquíni do Bob Esponja. Muito feliz

 

Ai eu tinha de fazer um lance totalmente doido. Colocava as “patas” dianteiras da cadeira de plástico dentro da banheira e as traseiras ficavam de fora... e ia pegando a água e jogando no corpo. Imaginou a lambança?

Tomava banho que nem um pato doido que joga água pra todo lado. Muito triste Era ruim demais porque ai, pra lavar as costas, era muito “compricoso”. O que a gente num faz pra encarar o mundo, né, não?

Em tempo: Se você vai receber um “malacabado” na sua casa, num tenha vergonha de perguntar qual a melhor forma que ele prefere o banho e como você pode ajudar. Cada um tem suas necessidades e não adianta inventar soluções!

*O tio tá véio e num se lembra de quem é essa criação tão “maraviwonderful”. Por favor, se manifeste nos coments!

** “Zimininos” hoje, para quem tiver “curiosidadchi”, pode ler o tio trabalhando que nem gente séria na Folha (versão impressa ou para assinantes do UOL). Fiz uma entrevista looonga com a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que já esteve aqui no blog, a Linamara Battistella. Acho que ficou boa.

*** Ilustração de Morandini (www.morandini.com.br) e imagens retiradas do google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 00h12

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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