Jairo Marques

Assim como você

 

Tá ai pra ver e rever

A entrevista, como alguns já notaram, foi editada no começo.

Fiquei um pouco chateado porque eu explicava o porquê de os "matrixianos" precisarem de um banheiro exclusivo, falava de xixi pelo canudinho....

Mas tá bão, né, povo?! Avalio que demos mais um passo rumo ao domínio do mundo  Convencido

Segundo parte

Escrito por Jairo Marques às 23h13

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Não quero comer "akilo"

- Aquilo ali é o que, heim?

            

- Onde?

 

- Ali atrás do arroz...daqui eu num consigo ver.

 

- Humm... acho que é peixe.

 

- Tá parecendo frango.

 

- É, é frango, mesmo.

 

Meu povo, cadeirante sofre até na hora de encher o bucho, juro! Rindo a toa. Em restaurante onde rola os próprio “selvisérvice”, muitas vezes, a gente não consegue ver a comida porque as “panela” ficam muito altas. Tooooma! Muito triste

 

Num captou o drama? Eu explico... mesmo estando mais famoso do ovo frito em prato de pobre, eu continuo sendo aquele “minino bão”!

 

Quando a gente vai com os nossos cavalos nesses “pé sujo” que vendem comida a kilo, aquele raio daquele buffet, será que é bufeft que fala? Carente... aquele troço que colocam a comida, manja? Então, em geral, aquilo tem uma altura que não permite, da cadeira de rodas, conseguir ver o que tem na cumbuca.

 

 

Lá nos meus tempos de faculdade, no período jurássico Muito triste, eu só almoçava e jantava, ou melhor, me alimentava, no bandejão do RUim, opa, RU (Restaurante Universitário).

 

“Zente”, se eu falar pra vocês que quando eu me servia sozinho eu nunca sabia o que ia botar no prato vocês acreditam? Tonto Mas é “verdadchi”. E olha que eu usava um cadeirão elétrtico doido que me deixava mais alto do que a cadeira tradicional.

 

Se o cabra for “gente pequena” a situação nesses self service é tão cômica com a nossa de “malacabado”. Duvido que os anões enxerguem o que tem de boia.

 

Tem cocho (será que num é cocho aquilo onde eles colocam a comida? Tonto) que de tão suspenso eu quase que prego o beiço naquelas chapas quentes tentando ver o que tem pra comer. Muito triste

 

Mas nada é tão ruim que não possa piorar um bocadinho mais, né, não? É da Matrix de quem tem alguma deficiência? Então toooooma! Sem jeito 

 

- Daqui o teu prato que eu te sirvo. Vai falando que eu vou botando. (isso quem diz é aquele tiozinho de bota branca e de bigodão que sai de dentro do fervo da cozinha pra ajudar o pobre do estropiado).

 

- Arroz eu quero! Mas só um pouquinho...

 

“Tufff...”. O tiozinho, que tem a melhor das intenções, é claro, manda aquela colherada de arroz que parece que você dormiu amarrado uma semana de tanta fome que tem. Muito triste

 

 

A solução? Pra mim é só uma questão de bom senso. Avaliar a altura do comedor (é comedor que chama, será? Tonto) para que, sentado, a pessoa consiga ver o que tem de rango.

 

Quando há como se servir dos dois lados do Buffet também facilita um pouco. Alguém tem mais alguma sugestão?

 

“Pessoais”, estamos há exato um mês de uma grande festa, uma festa “maraviwonderful”, que vai rolar aqui no blog! Preparem os ternos os “minino” e os longos as “minina”!

 

Bom findi pra todos e beijo nas crianças!

 

PS: essa semana foi broca, gente. Uma canseira... falta muito pra acabar o ano, será? Rindo a toa... Mas, enfim, o que eu num faço pra dominar o mundo com vocês, né, não?!

 

* Imagens retiradas do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 02h10

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Proibido para menores

Apesar de hoje em dia até em propaganda de margarina conseguirem botar sensualidade, aconselho que os “mininos” e “mininas” com menos de 18 anos não sigam neste post. (Que bobagem isso, né? Mas achei melhor fazer).

  

“Quando a gente se beija nesses verões emocionais, nesse vulcão de desejos, nessas tormentas tropicais”

A condição física de um casal não interfere na intensidade de sua atração. O tesão tem uma linguagem própria que independe de formas físicas. Cadeirante com cadeirante, muletante com cego, surdos com PCs... gente que se considera “normal” permeando a todos desse mundo...paralelo.

 

“Eu te imagino, eu te conserto. Eu faço a cena que eu quiser. Eu tiro a roupa pra você, minha maior ficção de amor”

Não tenha receio de se relacionar com quem cujo aspecto físico te aparenta novidade ou estranhamento. A capacidade humana de se reinventar diante de uma suposta limitação física surpreende e pode ser, por que não dizer, deveras excitante.

Reveja seus valores diante do que é óbvio e deixe que o momento grite mais forte que conceitos preestabelecidos de imagens, de padrões corporais, do comum.

“Seja eu, seja eu. Deixa que eu seja eu e aceita o que seja seu. Então deita e aceita eu. Molha eu, seca eu, deixa que eu seja o céu”

Mas quando você se aceita e se impõe exatamente como você, imediatamente sua estima ganha terreno e a conquista, seja de quem for, flui com mais facilidade.

“Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo. Surpreender seus movimentos, virar o jogo. Quero beber o que dele escorre pela pele e nunca mais esfriar minha febre”

 

 

Os “matrixianos” precisam valorizar seu corpo tenha ele a forma que tiver. Quando a gente se conhece bem sabe “atacar” com o nosso melhor na hora de despertar prazer, desejos. Às vezes, um momento de estase pode ser provocado com a ponta de um dedo, com o toque da língua, com a temperatura do peito, com um olhar aterrador.

 

“Não me venha falar da malícia de toda mulher. Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”

 

 

O sexo não está ausente da vida de um deficiente. Muito pelo contrário: as zonas erógenas se multiplicam quando o seu foco não é apenas um órgão do corpo.

 

“Deixa eu te levar. Não há razão e nem motivo pra explicar que eu te completo e que você vai me bastar. Tô bem certo de que você vai gostar, você vai gostar”

 

 Aproveite sua vida. Ame, se apaixone. Tente se libertar de uma condição de “limitado” que o outro coloca em você ou fuja do lugar comum que o diferente não tem um ótimo sabor. Todo mundo, a sua maneira, pode ser sensual, sedutor e envolvente.

Não é uma cadeira de rodas, uma bengala ou uma prótese que te fará menos desejado que ninguém ou não será você todo “completinho” impedido de se amarrar em alguém que pode te levar por caminhos.. impublicáveis.

 

* Os ensaios inéditos e formidáveis são da “top celebridade” deste diário, a fotógrafa Kica de Castro (kicadecastro@gmail.com), a quem eu agradeço demais por ter captado com perfeição a ideia do post

Os modelos:

Diego Madeira e Carina Queiroz (ambos cadeirantes). Fotos 1 e 6

Eduardo José, o Dudé, e Rita Borcath (ela não deficiente). Fotos 2 e 4

 Marcio Toscanini e Letícia Lucas (ele não deficiente). Fotos 3 e 5

Escrito por Jairo Marques às 01h07

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Vai. Me leva, me leva que eu to pronto

É “di certeza” que todo mundo que mora no Brasil sil sil Convencido sabe que aqui em São Paulo deram uma “aprumada” nas calçadas da avenida Paulista, cartão postal da city,  para que esse povo lascado da Matrix de quem tem alguma deficiência pudesse “zambetar” de boa por lá, certo?

Foi uma baita conquista ter pelo menos UMA grande via da cidade com piso que orienta os cegos a não darem de cara com os postes Rindo a toa, que permite que um cadeirante atravesse a rua contando com uma rampa que não é um tobagã, de tão íngreme, que tem calçadas lisinhas, mas não escorregadias facilitando a vida de idosos, mães com carrinhos de bebê...

Sonhou, “zimino”? Imaginou que quando o mundo for dominado pelos “manulengos” vai ser tudo assim? Então desce daí e volta pra esse mundo paralelo que te pertence. Muito triste

Meu povo, apesar de a prefeitura ter empenhado um caminhão, daqueles beeeem grandes Entorpecido, de dinheiro na obra da avenida, de ter soltado foguete, chamado cachorro, gato, papagaio e elefante para inauguração.... fizeram caca na obra.

“Ocêis” acreditam que os meus chapas Carol Ignarra e o fotógrafo Rapha Bathe, que tavam ali na Paulista mais perdidos que o cachorro que caiu da charrete do leiteiro Carente, flagram uma pegadinha por lá?

 

Sacô o lance ou quer que eu desenhe (tô encardido ultimamente, né? Muito triste). Uai, meu povo, tem ali, todo pimpona, a faixa de pedestre, mas cadê as rampas??

Vai, “gzuis”, me leva. Me leva que eu tô pronto, de banho tomado  e cabelo penteado.   Deve haver alguma explicação para quem “obrou” isso. Eu não posso acreditar que até passeata teve pra agradecer a reforma e ai tem uma meleca dessas.

Vou ver se a assessoria dos prefeito fala alguma coisa. Apesar que a leitora “Craudinha” Lambertini tem um pé lá nas fiscalização, tem não?

Essa “maravilha” de pegadinha pode ser “admirada” do ladinho da estação Trianon-Masp, do metrô, no sentido do bairro dos Jardins.

Até existe uma rampa há alguns passos da faixa de pedestre, mas ela é uma saída de carros. Para o cadeirante que quiser se arriscar e ficar duplamente “malacabado”, desejo sorte e força na peruca. Tonto

Fico muito apetrechado com essas lambanças. Não que eu não reconheça o “favor” que fizeram ao cumprir um preceito constitucional que garante a todo “serumano” que habita este país o direito de ir vir, mas não dá pra tolerar que a acessibilidade seja realizada com “acochambramentos” (ficou boa essa palavra, será? Abismado).

 

 

Digo isso porque ai não demora muito para construírem uma rampa que nem eu, que tenho parentesco como rambo, consegue subir Com vergonha, vão dizer que elevador é luxo e que banheiro acessível num precisa porque dá pra dar aquela urinaaaada na rua...

 

* Fotos de Rapha Bathe

Escrito por Jairo Marques às 08h24

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Um candidato a sucessor

Para que o projeto de dominação do mundo por parte da Matrix de quem tem alguma deficiência aconteça de fato e consigamos fazer do planeta um lugar pleno de condições de vida para todos, é preciso pensar longe.

 

Então, eu já estou fazendo planos para ter um sucessor na presidência dessa bagunça que junta gente sem perna, sem braço, de cadeira de rodas, de muleta, que não ouve, que não enxerga, que dá um trabaaaaalho danado. Tonto

 

Acho que para ser um candidato a sucessor, o cara (ou a cara, né, não? Muito feliz) que irá pegar o cajado do poder pra socar na cabeça de quem não respeita o direito de ir e vir, o direito ao trabalho, o direito de ser cidadão, precisa, em primeiro lugar, ter um ...sorriso “cativantchi”!

 

 

É, e o cara tem também que mostrar ao mundo que fez da deficiência, que o deixou todo estropiado... uma dança. Tem mostrar que os infiltrados (aqueles que não tem deficiência, mas aderiram à causa) e os “malacabados” são todos um só “serumano” em busca da felicidade.

 

 

Hoje, eu apresento um candidato a sucessor. O João Lucas Dutra, de seis anos, que “ingual que nem o tio”, “consegue fazer tudo” sozinho e pretende, no futuro, ser jogador de futebol, ir para o Exército, estudar ciências, ser policial, estudar os dinossauros, ser um “Power Ranger Força Ninja Vermelho” Muito triste e, claro, comandar esse mundo paralelo de quem tem alguma deficiência.

 

O Luquinha sabe bem, muito bem, o que é fazer da vida uma grande festa mesmo depois de uma intensa batalha. Ele nasceu com um câncer daqueles “brabo”, que acabou por ferrar sua medula e levar boa parte dos movimentos nas pernas, teve hidrocefalia, que o obriga a viver com uma válvula na cabeça. Hoje é cadeirantinho.

 

Mas a personalidade do moleque, com pinta de líder, já se demonstrou nas própria UTI, onde ficou “hospedado” por meses. Para quebrar um pouco aquela paradeira de lá, ele resolveu fazer algo absolutamente normal para o ambiente: jogar videogame. Convencido

 

 

E não pensem vocês que o Luquinha não está se preparando com afinco para assumir a presidência da Matrix: “Tô no primeiro ano da escola. Faço fisioterapia, hidroginástica, escolinha de esportes, natação, arco e flexa (básico isso, né, povo? Muito triste), curso de inglês e kumom de matemática”.

 

“Zente”, num é um menino sabido? O Jhonny está fazendo de tudo para ganhar independência e, aos 18 anos, deixar a Adriana, mãe dele, chorando no portão porque o cadeirantinho dela ganhou asas para a vida. Carente

 

 

“Hoje meus pais me ajudam a descer e a subir escadas, a passar a sonda pra fazer xixi, a lavar meu bumbum, a entrar e sair do carro e a colocar o cavalo no porta-malas do carro.”

 

 

Para ser um bom governante, é preciso ter boas propostas para defender e causas para reclamar, “craro, né, crovis”. Rindo a toa Saibam, então, as ideias defendidas pelo irmão do Lule.

 

“A calçada do meu bairro não é muito boa, tem muito buraco, cocô e xixi de cachorro, não tem guia rebaixada. Muita gente mal educada” deixa o cocô do cachorro na rua. Isso tem que mudar. (Aêêêêê)

 

Queria que as pessoas não parassem nas vagas de deficiente, que elas fossem mais educadas. Que colocassem mais elevadores em todos os lugares e que o meu lugar no cinema fosse lááá no fundão e não ali na frentona.  (Aêêêêê) surpreso

 

 

Queria que nos restaurantes tivesse lugar para cadeirante sem que a minha cadeirinha de rodas ficasse no meio do caminho.

 

Quero que, todos os dias, o mundo fique melhor para todo mundo.” (Uhrúúúú)

 

 

“Ziminos”, o Luquinha não precisa de um olhar de dó sobre ele para virar presidente. Não precisa que sintamos pena por ele, tão pequenino, já ser “malacabadinho” e ter de usar um monte de aparelhos ortopédicos para ser mais “normal”.

 

 

 

O João Lucas, que me faz passar na cabeça um filme da minha própria história de vida, precisa de oportunidade, precisa ter o direito ao acesso pleno para onde quer que ele vá, precisa de condições iguais para disputar o jogo da vida, precisa ser olhado por aquilo que ele representa como “serumano”.

 

 

Enfim, temos ou não temos um candidato a sucessor?!

Escrito por Jairo Marques às 00h08

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Fala lá dos gordos!

Não fazia nem dois meses que eu tinha começado essa viagem do “Assim como Você” e já fui abordado dentro de um restaurante pé imundo (é a evolução do pé sujo Rindo a toa), que fica aqui nas redondezas do jornal, por um senhor rechonchudo e de risada fácil.

Cara, eu adoro seus textos. Me divirto muito, todos os dias. Tava faltando um blog assim.”

Poxa, que legal que você gostando! Brigado pela força!”

Quando eu já me afastava da mesa do “homi”, que tinha cabelos meio grisalhos, o olhar entre o sério e o tirador de sarro, com uma barba de respeito, ele disparou:

Mas, ôh Jairo...” (confesso que acho um barato quando alguém que eu num conheço sabe o meu nome. Beijo)

Eu viro o cavalo para ele já esperando uma bomba com esse “mas”. Pensei: lá vai mais um reclamar dos português, dos “malacabados”, dos “esgualepados”...

Opa, diga lá

Tá faltando uma coisa no blog...”

Ah, é?”

É, sim!”

Tá faltando o quê?”

“Ah, Jairo, fala lá dos gordos!!”

Por um instante, eu dei uma risada incontida e confusa. Como assim, fala lá dos gordos?

No que o senhor, já lambendo os beiços após o cafezinho, me explicou.

“Nós que somos gordos passamos quase pelos mesmos perrengues que vocês da Matrix dos cadeirantes passam. Rapai, é uma dificuldade entrar no ônibus, sentar na poltrona do avião, ir ao cinema. Você tem que fazer algo pelos gordos também!!!”

 Sai do boteco, com o bucho cheio e a cachola fervendo Tonto. Puxa, que responsabilidade seria tentar falar de mais um grupo que, sem dúvida, também vive num universo paralelo a esse que nos oferecem cheio de obstáculos e excludente.

Eu nunca me esqueci da frase “fala lá dos gordos”, mas também nunca me senti competente para abordar com propriedade as questões desses legítimos “matrixianos”.

Tá certo que eu peso lá as minhas 15 arrobas Muito triste, mas eu não me sinto habilitado para tratar do tema. E acho que um blog co-irmão desse aqui, destinado aos "causos" dos gordos, seria um sucesso!

Nunca mais encontrei o “homi” gordo do restaurante e nem sei se ele continua ajudando a empurrar a nossa Kombi “veia” rumo ao domínio do mundo, mas hoje eu tenho uma notícia bacana para ele e para todos vocês, meus queridos leitores.

Eu não vou falar dos gordos, mas vou ... falar com o gordo!  Aêêêê

O tio grava hoje uma entrevista para o Programa do Jô. Vamo dominar a “Grobo”, negada. Rindo a toa

Não sei se todo mundo leu os comentários do último post, mas vejam algo curiosíssimo que a leitora Gislaine Oliveira, de Campinas, escreveu sobre isso... cheguei “arrupiar” quando li. Carente

Antes que fiquem com “raive” e digam: “Ah, avisou em cima da hora!”. Eu explico, afinal, eu sou aquele “minino bão”, né?

Só tive a confirmação de que rolaria, mesmo, no final da semana passada e na sexta-feira, foi feriado, né, não? Em TV, as coisas são assim mesmo, então, num tinha como preparar o coraçãozinho de vocês pra me ver todo pimpão lá contando mentira pro Jô! Muito triste

Mas o que importa é que vou tentar representar a nossa Matrix por lá! E olha que “maraviwonderful”: vamos estar justamente na semana de retorno do programa após as férias! Uhrúúúú.

A previsão é que a entrevista vá ao ar na quinta ou na sexta-feira desta semana. Mas, pode mudar tudo, né? surpreso Vou tentar avisar todo mundo da data certinha, mas, em princípio, é mesmo no dia 16 ou 17!

Acho que um monte de gente mandou email lá pra produção do gordo, né?! Então, meu povo, bora lá!

Beijo do tio!

* Imagens retiradas do Google imagens

Escrito por Jairo Marques às 00h44

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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