Jairo Marques

Assim como você

 

Xixi pelo canudinho

Assisti a uma entrevista da Ivete “Zagalo” no final de semana em que ela dizia que mija (pode escrever mija, será?) OITO VEZES por noite. Mijona, né, não?! surpreso

 

E nem é porque ela tem “indigência” urinária (tá. Incontinência), é porque ela bebe água que nem a Tele Sena: de hora e em hora Muito triste. Fiquei “dispressionado” uma vez que eu, desde criança, vou umas três ou quatro vezes durante um dia inteiro, no máximo.

 

 

É pouco, bem pouco. Mas minha bexiga (que tá mais pra balão, né? Rindo a toa), foi condicionada na marra! Pensem, “Zimininos”, nas escolas onde eu estudava quando era um “minininho bãozinho” não havia banheiro que cabia a cadeira de rodas. Então, eu passava a manhã toda sem fazer aquele xixinho básico.

 

E fui crescendo sempre oprimindo essa força da natureza Triste, afinal, bares, em geral, não tem banheiro acessível, lugares públicos, locais de lazer. Parece engraçado, mas é dolorido, viu, meu povo. Me recordo de vezes que eu nem me mexia direito pra não molhar as cuecas de tanta vontade de tirar água do joelho. Carente

 

 

  

Mas eu sou um “privilegiado” e consigo segurar pra não mijar na calça, o que não é o caso de milhares de deficientes que vivem nesse mundo paralelo da Matrix.

 

Grande parte dos tetraplégicos (aqueles “mamulengões” Beijo) e paraplégicos que sofreram acidentes e tiveram lesões medulares (clica aqui e saiba mais) podem ter perdido o controle urinário e ter passado a usar sonda, vulgo usar um “canudinho” para dar aquela urinaaaada ou ainda: precisam fazer o “cat”.

 

É também o caso dos matrixianos que foram abatidos na guerra Rindo a toa por doenças diversas que afetam o sistema neurológico.

 

Para ajudar todo mundo a entender melhor isso e também para não ficarem com aquela cara de margarida arrependida quando alguém fala que faz xixi de uma forma diferente, pedi pra minha top master blaster leitora Gisele Azevedo, escrever um texto para explicar o lance.

 

A Gi tem título de doutora nesses lances do controle das “partes” e sabe tudo desse universo. Então, ninguém melhor do que ela pra escrever!

 

Antes de embarcarem no delicioso e didático texto da “rainha” do “Assim como Você”, explico que simplificamos termos o máximo possível para que todos consigam sacar o “como funciona” o trem. Esse post não tem pretensão científica nem acadêmica, só informativa.

 

Boa leitura, bom final de semana e até amanhã, pra quem for naquela feira dar um “garro” no tio (me aguenta, me aguenta)! Muito triste

 

 

Sorte

Escrito por Jairo Marques às 00h41

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Pois zé, pode parecer estranho à primeira vista, mas urinar por um caninho (vulgo fazer xixi pelo canudinho Convencido) é a realidade de muitas pessoas que vivem nesse mundo paralelo da Matrix de quem tem alguma deficiência.

 

Caso o “malacabado” tenha tido algum comprometimento no sistema neurológico, ele poderá ter ficado também com dificuldade ou impossibilidade de promover a saída espontânea da urina (isso, de controlar os próprio xixi).

 

O bagulho começa assim: nós temos dois rins cuja principal função é filtrar as impurezas e o excesso de água no sangue que, por sua vez, são mandados para a bexiga por meio de dois “canudinhos” chamados ureteres.

 

 

A bexiga serve, então, para armazenar a urina até que estejamos em condições favoráveis para eliminá-la, e isso é algo voluntário, para o qual fomos treinados desde a infância. (sei não, tem uns mijões por aí que... Entorpecido)

 

Já deu prá perceber que o controle geral da coisa acontece no cérebro, né? A bexiga fica cheia (mais ou menos uns 300ml) e envia essa informação pro cérebro por meio da medula espinhal e, lá no córtex cerebral, nós decidimos se podemos urinar naquele momento ou se adiamos a “xixizada”.

 

Se a gente resolver dar aquela urinaaaaada surpreso, quando tudo estiver ajeitadinho, o cérebro envia uma ordem para a bexiga se contrair e, automaticamente, a torneira se abre. Daí a urina sai gostoso.... (uhrúúúú)

 

 

 

 

Se a gente não puder urinar naquele momento, o córtex cerebral manda a bexiga ficar de boa que logo, logo vai chegar a vez dela. Para ficar de boa, ela tem que estar bem relaxada prá caber toda a urina e o esfíncter (a torneira da bexiga) tem que estar bem apertadinho prá não escapar nada.

 

E quem faz o controle dessas coisas são alguns nervos, que, além disso, levam as informações para o cérebro e trazem as decisões de volta. E a estrada por onde circulam todas essas informações é a medula espinhal, que fica dentro da nossa coluna vertebral. (Clica no bozo e tente entender melhor Brincalhão)

 

Quando uma pessoa tem alguma lesão na medula, seja ela de qualquer tipo, a comunicação com o cérebro pode ser alterada ou até mesmo interrompida. Dá prá imaginar o estrago que isso causa?

 

A bexiga enche e nada da pessoa sentir vontade de urinar. Os resultados podem ser vários: ela vai se esvaziar sozinha, sem que o “serumano” esteja preparado (mijar na calça, certo?);

 

Ela poderá ir se dilatando e, quando o cara der aquela espremidinha na barriga, a torneira não vai aguentar o tranco e dá uma “abridinha”.... aff, mijou na calça, do mesmo jeito... Chorão

 

Tem casos mais complicados como aqueles em que, na hora do “xixo”, a bexiga se contrai e a torneira não abre. Daí a pressão nos ureteres aumenta e os rins correm o grande risco de parar de funcionar.

 

 

Ou então tem aqueles outros casos em que a bexiga não contrai nunca. E ainda aqueles em que a torneira nunca fecha. Bem, esses são só alguns exemplos, porque existem uns casos por aí mais problemáticos, e outros nem tanto.

 

O nome correto disso é disfunção vesical de origem neurológica, ou bexiga neurogênica, como muita gente ainda diz. Para alguns casos, há medicamentos que ajudam a melhorar a função do “xixo”, para outros têm cirurgias.

 

Mas, para a grande maioria dos “matrixianos”, a alternativa para resolver é dar uma força pra bexiga se esvaziar totalmente, algumas vezes por dia, por meio de um cateter vesical, que o povo chama de sonda, o canudinho, o “fazer o cat” (meigo, né? Rindo a toa).

 

Embora pareça coisa muito complicada, essa de enfiar um canudinho na ponta do pinto (ai), pros caboclos, ou nas região da “piriquita” (ui), pras moçoilas, e fazê-lo chegar até a bexiga para drenar a urina, não tem nada de difícil.

 

Eu mesma já fiz em mim e tenho pacientes (crianças), que fizeram em mim prá constatar que não tem nada de muito raro nisso tudo.

 

Não é um procedimento dolorido, apenas um pouco desconfortável. Mas nada de dor. E, com o tempo, o “malacabado” se acostuma e passa a fazer isso de olhos fechados, de verdade.

 

 

 

Mas porque temos que eliminar a urina??? Simplesmente porque nela só tem coisas das quais nosso corpo não precisa mais, e se ficar tudo isso por muito tempo armazenado, vai virar alimento para as bactérias.

 

A regra geral é: a cada duas ou três horas a nossa bexiga deve ser esvaziada.  E essa regra deve ser seguida por todo mundo. Sem exceção, sob pena de problemas urinários futuros.

 

Intromissão do tio: Povo, aqui a Gi explicou como é que faz pra usar o canudinho nas “partes”. Eu cortei se não ia ficar looongo demais e não sei se é útil explicar. Se “vo6” quiserem, faço outro post depois explicando, fechô?!

 

O “cat” feito de forma correta e limpa (lembram que eu disse que banheiro exclusivo não é um luxo? Quando menos usado, mais chance a gente tem de não se contaminar) é, para a bexiga de alguns “matrixianos”, uma medida de proteção dos rins e de controle da população bacteriana.

 

A legislação garante a todos que precisam o direito aos materiais para fazer o “cat” (a sonda, a sacolinha de colocar o "xixo", os protetores de pele), mas isso está longe de ser uma realidade: http://www.cedipod.org.br/dec3298.htm

 

O sistema público de saúde ainda não conta com profissionais preparados para o cuidado e orientação das pessoas que precisam fazer o xixi pelo canudinho e nem conta com um programa de distribuição de material de forma organizada. Justamente por isso eu sou grata ao Jairete por essa “xanxe” de divulgar a minha parte nessa luta.

 

Um super beijo nas bundas secas

 

 

Gisele R Azevedo

 

* Imagens retiradas do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 00h38

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No meio do caminho tinha um KArro

Almoço quase todos os dias num boteco que fica numa rua bem aqui atrás do jornal chamado... é.... então...é... Mary Pop Beijo (concordo, totalmente Monalisa Rindo a toa).

 

O lugar é novo e os donos, já antevendo o futuro da “humanidadchi”, tornaram o local plenamente acessível (Aêêêê)!

 

Tem banheiro exclusivo, não há degraus, os garçons dão prioridade no atendimento aos “malacabados”, o acesso da cadeira de rodas às mesas é tranquilo e, como no segundo piso do local rola uma balada nervosa à noite Convencido, há um elevador que leva os “matrixianos” até lá!

 

Perfeito, né, não? E não é só isso! Os donos do “Mary” (ui) foram tão visionários que também fizeram uma rampa na esquina da calçada que leva até o restaurante, já que a prefeitura... é... abafa. Muito triste

 

É... eles fizeram a parte deles, mas o dono ou  dona desse KArro, de placas DIR 4815, de São Paulo, só pode estar de brincadeira comigo.

 

 

Povo, como eu sou chefe, os meus repórteres vão todos filar boia comigo na esperança de ganhar um aumento, né? Rindo a toa (Mentira, mentira, eles são meus amigos, mesmo!!!!).

 

E a gente se “diverte” junto flagrando rotineiramente a cara de pau do proprietário (a) dessa ximbica que fica parada impedindo o meu acesso e de outros “mamulengos”, além de carrinhos de bebês, andadores de idosos, ao passeio.

 

 

Não fosse a imensa força de rambo do repórter Matheus Pichonelli, que quase estoura as “morróidas” pra subir a minha cadeira na guia Muito triste, eu estaria na roça por causa desse KA no meio do caminho.

 

O que será que passa na cabeça de um sujeito desses, heim, “zente”? Ele não vê? Bem, até onde eu sei, os matrixianos cegos não dirigem. surpreso 

 

Ele não faz por mal? Pode até ser. Contudo, o caboclo (a) ingênuo faz isso quase todos os dias, por meses!!!! Sei não, acho que, mais uma vez, o pensamento é aquele:

 

“Ah, mas quem é que vai precisar usar essa rampa? Cadeirante nem sai à rua. E a vaguinha é ótima aqui na esquina”.

 

 

 

É... então eu finjo que não existo, os órgãos de trânsito fingem que fiscalizam e o dono do KArro finge que é um “serumano” trabalhador e honesto.

Escrito por Jairo Marques às 01h18

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Tá aí o que a gente queria!

Meu povo, “bora” rumo ao domínio do mundo?! Me aguardem no sábado lá naquela feira dos "estropiados" que vai acontecer no Centro de Convenções Imigrantes, aqui em São Paulo, a partir de quinta-feira, dia 2 de abril. Carente

 

Ontem, oficialmente, a Cipa, órgão responsável pelo babado, me respondeu, depois de uma leve pressãozinha minha e de uns "mano" que eu conheço Inocente, dizendo que haverá manobristas para estacionar o carro e ajudar esses “malacabados” que dão um trabaaaaalho, danado.

 

Pra quem tá mais perdido do que pedaço de carne em sopa de pobre Muito triste, clica no bozo e entenda o início disso tudo. Brincalhão

 

 

Quem me respondeu foi José Roberto Savieri, um dos responsáveis pelo evento. Ele afirmou que nunca foi procurado para responder sobre o estacionamento e que tudo não passou de um mal entendido já solucionado.

 

Bem, ele foi procurado, sim. Mandei emails (tenho todos guardados) e fiz contatos não só com a Cipa, mas também com outras entidades da organização da feira, inclusive com a assessoria de imprensa, pra saber:

 

“E ai, quem for sozinho lá pra feira, de carro, e não conseguir tirar a cadeira de rodas do porta-malas, for tetrão ou molão, como eu, faz o quê: Chora? Chama a polícia?”

 

Até ontem à tarde, os meus pedidos de informação e esclarecimento foram solenimente ignorados. Mas tudo bem (deixa eu limpar aqui o canto da boca Insatisfeito), o que importa é que eles irão colocar à disposição de motoristas matrixianos que precisarem um serviço de manobrista.

 

 

Quem necessitar do apoio, tem de dizer na cabine de entrada do estacionamento que quer um manobrista para dar aquela “hand” e embicar o carro em uma vaga, além de ajuda para tirar o cavalo de dentro da “charanga”.

 

Claro, claro que nem tudo são flores, “6” tão achando que isso aqui é a Suíça? Quem optar pelo serviço com manobrista, em vez de pagar os 20 “roiais” de estacionamento vai ter de deixar 30 contos. (Tooooooma Abismado)

 

Concordo, concordo com quem tá pensando que trinta “renais”, com os atuais preços dos carros, dá pra dar entrada numa kombi nova, mas aí a conversa é outra, né? Depois a gente encaminha o caso para o Procon. Beijo

 

E eu já expliquei pra todos que deficiente é tudo rico, né? Num lembra? Clica no bozo! Brincalhão

 

 

Sobre eu ter escrito que há empresários gananciosos que tão pouco se lixando com as necessidades específicas dos “malacabados”, o senhor Savieri escreveu:

 

“Termos ingressos gratuitos, mostra que não temos ganância e, sim, preocupação com a inclusão. Complementando, as entidades que expõem na feira recebem o estande de graça, incluindo a montagem, que é paga pela nossa empresa. Definitivamente não é atitude de gente com ganância, não somos assim.”

 

Com certeza, as entidades estão muito gratas com os cantinhos que lhes foram reservados e também as grandes montadoras de carro, as grandes lojas de equipamentos que estarão todas por lá, vão vibrar com a capacidade de atração dessas instituições que trabalham muito pela inclusão!

 

Por fim, “zente”, quero dizer que não fiz birra e nem considero radical ter tomado uma atitude de condicionar a minha ida a essa feira a condições dignas para todos.

 

Fiz isso em respeito aos meus dois ou três leitores Rindo a toa e em respeito a mim mesmo.

 

Sem atitude, um mundo mais pleno para todos vai demorar demais para ser alcançado. E eu quero muito poder ter o gosto de viver nesse local aonde a minha condição física não vai se sobrepor aos meus direitos de ser cidadão.

 

 Vou pra feira no dia 4, à tarde! Antes, eu preciso fazer as própria “maquilagem”, arrancar os cascão, passar desinfetante... Muito triste. Encontro vocês por lá! 

 

* Imagens retiradas do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 00h18

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Depois do céu, vem o mar

Ôh povo, faz pouquinho tempo eu contei aqui uma aventura de uma “malacabada” que todo mundo ficou bege de ver.

 

Foi a história da Micheli Oliveira, que saiu voando de paraglider por ai Rindo a toa. Lembra, não? Clica no bozo que eu te conto. Brincalhão

 

 

Pois bem, num é que agora a espevitada da menina foi pros próprio fundo do mar? A Micheli, “zente”, que tem distrofia muscular, ou seja, dá um trabaaaaaaalho danado, Muito triste fez um mergulho!!! Pera, pera, um não... foram dois!!!

 

 

“Fiz o chamado mergulho autônomo, e um dia antes do mergulho no mar, fizemos uma preparação na piscina para que eu me adaptasse com os equipamentos de mergulho. Também fizemos algumas manobras de emergências, caso acontecesse algo inesperado no mar.”

 

Que cara é essa? Ta achando que a Matrix de quem tem alguma deficiência esqueceu de abrir uma frente de batalha para a dominação do mundo no oceano? Que nada, bobo, já temos até um instrutor para ensinar a gente a soltar as bolhas na água! Entorpecido 

 

 

 

O mergulho da Micheli só foi possível graças ao empenho de um “infiltrado” que quer mais que a gente tome logo as rédeas da humanidade , o César Gentile.

 

Conversei com o cabra, que é muito gente boa e tem uma escola de mergulho em Caraguatatuba (já repararam que muita coisa acessível rola por lá?). Ele contou um pouco o “como foi”.

 

“A entrada na água é diferente do tradicional passo de gigante. A gente precisou colocá-la no mar. O equipamento e a quantidade de lastro tiveram de ser bem trabalhados. Foi importantíssimo que o local tivesse pouca profundidade, no início.

 

 O staff (equipe de apoio) que levamos no dia foi um pouco maior que o normal. Mas a principal diferença é o cuidado para não colocar a pessoal em situações em que a dificuldade de propulsão com as pernas seja muito exigida. Cada pessoa especial (matrixiano), tem um procedimento específico.”

 

 

 

Até eu que não sou muito chegado em água Carente, fiquei com vontade de ver o que rola lá no fundo do marzão. Já imaginou o tio lá pertinho do Bob Esponja, do Patrick, do seu Sirgueirjo? Muito triste

 

Se dá medo mergulhar? Se não é melhor um deficiente se contentar em ficar quietinho ali na janela vendo o bonde passar? Se o fato de não ter os plenos movimentos num dá vontade de só ficar em casa fazendo tricô?

 

Leiam ai o que a essa mulher sem limites me disse:

 

“Confesso que senti medo, sim. Quando fui fazer o teste na piscina, pensei: ‘nossa, voar é muito mais fácil’,até porque eu não sei nadar. Rindo a toa

 

Mas a vida é tão tranquila embaixo d'agua e essa tranquilidade toda me trouxe uma paz que meu medo logo foi embora.

 

A inspiração veio de vários fatores: do meu espírito de aventureira, de superar as minhas limitações, da minha paixão pelo mar, do fato de poder quebrar paradigmas que ainda existem com relação a nós ‘deficientes’, de mostrar às pessoas que tudo é possível.”

 

 

“Arrupiou”? Então agora, toma um pouco de fôlego e vamos voltar pro fundo do mar. As pessoas que fazem a diferença têm sempre frases “maraviwonderful” para esse blog.

 

Leiam o que pensa o Cesar sobre “mamulengos” quererem desafiar o mar.

 

“Nestes casos, a grande diferença se faz na determinação, coragem e confiança do candidato. A Micheli realmente superou todas as adversidades e confiou bastante em mim, o instrutor. O mérito é muito maior dela.

 

 

Minha dica para quem é deficiente é quer mergulhar é a pessoa estar certa de querer experimentar este mundo novo, ter bastante coragem e confiança, e procurar treinamento e profissionais adequados.”

 

 

A Micheli desceu 20 metros pelo fundo do mar. A primeira vez foi na Ilha de Vitória, em Ilha Bela (SP) e a segunda na Ilha Anchieta, em Ubatuba (SP), em fevereiro deste ano.

 

 

Segundo o Cesar, quase todos os deficientes podem fazer o mergulho. Quem tiver interesse e quiser entrar em contato com ele para saber mais sobre como dominar o mar Convencido, o site é o http://www.cesardiveteam.com.br/

Escrito por Jairo Marques às 00h11

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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