Assim como você
Assim como você
 

Só no ano que vem!!!

 "Zimininos", depois de um plantãozinho básico de Natal (tão vendo? Não estudar dá nisso ), saio de recesso agora para comemorar o Ano Novo! Aêêêê 

O tio comprou bermudão novo, ajeitou os pneus do cavalo, preparou a kombi "veia" e, "di certeza"*, vai curtir uma prainha por esses dias e tomar muito, muito remédio pros rins. Legal

Muita gente escreveu, durante os posts natalinos, que o "Assim como você" foi algo muito "maraviwonderful" em suas vidas durante 2008. Povo exageraaaaado, mas que eu adoro demais!!!! Beijo

Mas, pra mim, esse diário foi uma grata surpresa para a vida toda. Foi um viagra natural de garra para querer ampliar os meus horizontes e os dessas três ou quatro pessoas que me acompanham todos os dias (essa expressão foi parar em tudo que é blog por ai, vocês viram? )

Sigamos, agora, então, para 2009. Da minha parte, podem esperar compromisso de tentar fazer melhor. Tentar jogar mais luz nesse mundo que muita gente vê como "iscundido" dentro de uma realidade paralela, a Matrix de quem tem alguma deficiência.

Volto a postar no dia 5 de janeiro. Torçam ai pra dar tudo certo na praia (ou, se der errado, que rendam boas histórias pro blog, né? ). Saibam que sou grato de forma sincera por tudo que me apoiaram e pelo tanto que me incentivaram nesse ano que tá já virando o quarteirão.

Um beijo bem dado nas meninas e aquele abraço apertado nos meninos. Um excelente ano cheio de luz, sorte, rampas, banheiros acessíveis, oportunidades e... claro, a vitória na nossa guerra para dominar o mundo!!!!

 * Valeu William! Ilustração do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 11h43

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Ainda dá tempo...

Nasci e cresci num bairro bem simples, lá das "Trelagôa". Me lembro que, mesmo sendo podre de marré marré (o outro marré a gente comeu ), no Natal minha mãe e meus irmãos, que trabalhavam, faziam uma cesta com produtos para dar aos coletores do lixo da nossa rua.

A satisfação de fazer por alguém que, supostamente, pode um pouco menos do que você é um pequeno alívio diante de todos os outros dias que a gente ignora essas mesmas pessoas.

Mas eu não acho que é só isso, não. Tomar uma atitude positiva por alguém, seja ajudando a abrir uma porta, dando uma caixinha de Natal, mandando uma mensagem sincera, contribuiu para o domínio do mundo por parte do povo da Matrix de quem tem alguma deficiência. Legal

Eu explico, eu explico por eu sou um "minino bão". Para que eu e milhares de outras pessoas que precisam de acessibilidade consigamos viver melhor, é preciso que haja atitude, desde as pequenas até as maiores.

 

"Você foi o grande presente que a vida me deu nesse ano, quando penso em amigos. E veio com um baita brinde no colo: o seu blog. Juntos demos muitas risadas e, aqui do outro lado do teclado, confesso que chorei algumas vezes, quando a vida me obrigou a sucumbir. Ganhei ainda, de quebra, várias novas amigas e amigos, através do seu blog. Assim viramos fregueses. Para o próximo ano, todos mais fortalecidos, aposto num país um tiquinho mais inclusivo e certamente com pessoas mais briguentas por essa causa. Vamos ganhar algumas pequenas batalhas e daremos um caminhão de risadas. Esse é o verdadeiro sentido da vida. Ao menos prá nós, nénão?! Te beijo no coração e na frieira, aquela do dedo mindinho do pé", Gisele Azevedo

Quando vivemos num ambiente onde as pessoas fazem umas pelas outras, quando a gente consegue entender que, para eu viva bem é preciso que o outro também viva bem, o mundo vai se transformando rapidinho.

 Não quero fazer um discurso de bonzinho, de auto-ajuda, "deuzulivre", mas escrevo sobre algo que acredito de verdade, que agir em prol do outro é agir para si mesmo.

"O amor transformou a minha vida e eu espero que o espirito do natal transforme a vida de cada um de vocês. Feliz Natal!", Mensagem de Lak Lobabo

 

Como eu recebo, no decorrer do ano, diversas "mãozinhas" seja de um desconhecido que me auxilia na rua, seja de alguém que aperta o andar do elevador, seja de alguém que me ajuda a atravessar a rua, faço do Natal uma data tentar agradecer de forma concreta essas atos.

Só Natal? Bem, pelo menos no Natal. Particularmente, procuro ser justo e auxiliar como posso durante o ano, mas confesso que, sim, aproveito o "clima" para dar demonstrações mais objetivas de agradecimento.

 Hoje o povo lá de casa não mora mais numa casa tão simples (emergentes, né? Riso), mas a gente continua fazendo as cestas (um pouco mais generosas).

 

"Aproveito a oportunidade pra desejar a você e a todos que participam de seu blog um FELIZ NATAL, e um 2009 cheio de amor, paz e muita, muita saúde. Mil beijos e que Deus o abençoe", Paula Cristine Rocha, mãe da Ingrid, o nosso Alecrim Dourado

Ainda dá tempo pra quem não tomou nenhuma ação positiva fazer nesses dias de festas. Antes de pensar "ah, mas o que adianta só ajudar uma vez?", lembre que tudo o que alguém espera, às vezes, é de uma "mãozinha" ao menos uma vez.

 Um ótimo natal para todos! 

* Fotos do arquivo pessoal de Lak Lobato, Gisele Azevedo e Paula Cristine Rocha

Escrito por Jairo Marques às 11h28

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Um ensaio natalino

 Sem dúvida nenhuma, a Tabata Contri foi um dos ícones deste blog neste ano que se despede. Digo isso porque, após aparecer em uma entrevista aqui, ela brilhou ainda mais do que já o faz naturalmente e foi parar até em uma novela! Legal

 

Digo que ela virou um ícone porque quando se transformou em "celebridadchi" de vez e deu dezenas de entrevistas, em todas ela divulgou o "Assim como Você".

 

Pô, fala sério, meu povo, isso é motivo de orgulho não só pra mim, mas para todos os freqüentadores deste diário que apoiaram e incentivaram a carreira da primeira atriz cadeirante a aparecer como "malacabada" de verdade na TV, né, não?

 

Sou fã mesmo da Tabs pelo carisma que ela tem, pela dedicação que ela tem com todos que se aproximam dela, pela forma como ela conduz a vida.

 

Este presente natalino (ainda tenho alguns pra vocês, não sumam, não, ta?) foi realizado pelo meu "brodi" Rapha Bathe, que também está cada vez mais parceiro na guerra para dominar o mundo.

 

Espero poder, em breve, trazer mais notícias da Tabs "bombando" no teatro, na TV, nas "internets" e representando de forma tão "maraviwonderful" a Matrix de quem tem alguma deficiência.

Escrito por Jairo Marques às 18h14

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Atrasado

Povo, estamos trabalhando com meia equipe aqui no jornal, por causa dos feriados de "feístais" de final de ano e também fiquei de plantão no final de semana. Ai, tô todo atrapalhado e "cansadim". Pretendo colocar um post novo (e bacanudo), bem mais tarde, tá bem? Inocente

 

Escrito por Jairo Marques às 10h37

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Café pequeno

Se um dia você quiser me agradar é só me chamar pra tomar um cafezinho. "Aff" como eu adoro.

E gosto também do clima das cafeterias. Aquelas mesinhas de madeira, que invariavelmente não cabem a cadeira embaixo, mas tudo bem , gente concentrada ou batendo papo, aquele cheirinho bom no ar... tudo "dilícia".

Quando eu fui pras "Zoropa", passava tardes inteiras em cafés escutando o povo falar enrolado para ver se eu aprendia logo outras línguas Embaraçado.

Durante as minhas férias de novembro, conheci um café novo, lá em Três Lagoas, cidade onde fui ver a minha criação de galinha, de porco, de bicho de pé.

Ah, claro, como todo mundo sabe, também visitei as terras que o povo lá de casa tem embaixo das unhas, né?

Tá, eu sei que já to desviando do assunto, acho que é esse clima natalino que me deixa levinho (Ôh Alexandre e Amauri, num sacaneiem que eu ando sensível).

O café lá da city era bem pequeno (tipo sala de casa de pobre ), mas aconchegante, gostoso e o mais importante, o cafezinho era bom demais da conta.

E qual não foi a minha surpresa ao ir notando, aos poucos, que o ambiente era plenamente acessível, dá pra acreditar? Lá no interior? Uma cafeteria bem pequena onde as pessoas passam rapidinho?

Pensaram em tudo: Uma rampa que liga a calçada em frente ao café à rua e, melhor, com uma inclinação que é possível subir com "facilidadchi".

 

Foi eliminado um pequeno degrau que havia para entrar no interior da loja e colocaram antiderrapante.

 

E o que mais me surpreendeu, haja vista que o local é pequeno e as pessoas não ficam ali por mais de meia hora: o banheiro tem porta larga, barras de apoio, espelho rebaixado e válvula de fácil acionamento.

 

Quando eu me dei conta daquilo na hora eu pensei. "Meu povo do blog vai curtir isso também!". Claro, gente, claro que eu sei que isso deveria ser a regra e não uma exceção, mas é uma exceção.

Cafés metidos a chiques aqui de São Paulo mal servem os "malacados" porque acham que eles não vão ter dinheiro pra pagar a conta. Indeciso Eu achei um exemplo, achei que a guerra para que os matrixianos dominem o mundo está espalhada por todos os cantos!

Claro que voltei ao local por várias vezes e até convenci meu amigo "mamulengo" Netão a ir também.  Agora, vem a cereja do bolo (é o post de sexta, né? Tem que ter uma emoção).

Eu tive a seguinte conversa com a dona do local, uma mulher bonita e simpática chamada Sandra:

"A senhora fez o café totalmente acessível porque a prefeitura mandou?"

"Hum?"

"É, porque tá tudo tão certinho e aqui no interior demora mais pra essas coisas acontecerem, né, não?"

"Não, não. A prefeitura não me obrigou a nada. Está tudo acessível porque estou apenas fazendo a minha parte para que todo mundo consiga viver melhor. Todos têm o direito de vir aqui e tomar seu cafezinho, concorda?"

E a Sandra nem sabia que eu tinha um blog, que eu gostava de café e que eu tenho um plano, junto com outra meia dúzia de doidos, de dominar o mundo....

Bom final de semana pra vocês... beijos nas crianças.

Escrito por Jairo Marques às 07h49

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Entrevista

Vocês vivem me pedindo pra colocar "fotas" minhas, pra eu contar mais detalhes das história que narro, pra eu "olhar pra lente da verdadchi", né, não?! Beijo

Hoje, quem tiver "curiosidadchi", pode conhecer um pouco mais sobre as minhas idéias revolucionárias de dominar o mundo lendo uma entrevista que dei ao blog da minha querida leitora Ana Jardim, o "Bastidores de uma mente insana" (ui que "meda"!)

A Ana é minha leitora desde o primeiro post  e já trocamos muitas idéias. Eu estava enrolando a moça pra contar umas mentiras pra ela Inocente havia tempos. Então, agora paguei a promessa.

 Lá no blog, vocês poderão ver fotas do tio, que tá mais bonito do que filho de barbeiro!

Coloco aqui só um trechinho, ai vo6 cliquem aqui e leiam o resto lá, fecho?!

Entrevista com Jairo Marques, ele é Assim Como Você!

Enfim... Depois de tempos prometendo, aqui está ela... A entrevista com meu amigo e Chefe de Reportagem da Agência Folha, Jairo Marques.

Ele é jornalista, formado pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, tem 34 anos, é cadeirante desde a infância e tem um dos blogs mais acessados da Internet, o Assim Como Você. Jairo trabalha em um dos maiores e melhores jornais do país, e nos conta nessa entrevista, sua trajetória de vida, o trabalho, alegrias, superações e principalmente sobre sua garra para chegar até aqui!

Ana Jardim: Como e quando você percebeu que tinha o dom para o Jornalismo?

Jairo Marques: Certa vez, quando eu estava no colégio, fiz uma redação sobre a importância de se ter amigo. Na correção, o professor respondeu assim: "Brilhante, como você". Aquilo, além de me deixar "metido demais da conta" (sic) [risos] me fez pensar que eu pudesse ter algum talento para a escrita. Sempre curti 'deitar' palavras fossem elas em cartas, em papel de pão. E também gostava de comunicação. Passava horas ao redor de amigos jogando papo fora. Esse conjunto de informações me levaram naturalmente ao jornalismo.

 Tá eu facilito, clica no bozo, vai!

Escrito por Jairo Marques às 07h41

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Andantes

No último sábado eu tentei ver a estréia de um amigo meu no teatro. A apresentação era em uma sala que fica em uma travessa de uma rua muito movimentada aqui em São Paulo, a rua dos Pinheiros.

E lá fui eu. Pedi pro Josiéu (um dos porteiros chapas do meu prédio) colocar a cadeira no porta-mala da Kombi e lá me fui. Povo, mas quem diz que eu encontrava um estacionamento perto do teatro? Ira

Rodei, rodei e naaaada. "Tavafu", né? É, porque com a cadeira montada, no porta-mala, eu não conseguiria parar na rua, retirar e sair de boa. E quem diz que passava um cristo com cara de amigo de matrixiano pra eu pedir uma mãozinha?

Liguei pro amigo, e, como era óbvio, o telefone tava desligado, afinal, ele iria apenas estrear nos palcos em questão de minutos, sacam?

Resolvi, então, dar mais uma volta e acabei parando o carro num estacionamento a umas cinco quadras do teatro. O tiozinho que trabalhava no local me ajudou com a cadeira e tudo bem. Rodas na estrada!

"Zente", eu tava desacostumado, uma vez que sempre tô de carro, a "andar" ou pelo menos tentar andar, pela calçada. E é buraco por todo lado, caminhão descarregando carga e impedindo a passagem, desnível, obras inacabadas, rampa pegadinha (aquela que só tem no começo do quarteirão e não no final), enfim, um sufoco.

Em alguns trechos, tive mesmo de disputar a rua com os bumbas, com os carros desesperados, com as motas... Fazendo o percurso, fiquei imaginando: Como passar um pouco daquela sensação para quem anda "normalmentchi"? Indeciso 

Imagine você que é andante (depois, "pessoais", por curiosidade, vejam um dos significados dessa palavra dicionário "Orélio". Vão se surpreender e dar boas risadas), ter de passar um perrengue desses a cada vez que quiser apenas... se divertir?! Num tem como não pensar: "Gzuis, me leva que eu tô pronto!" Inocente

 Enfim, com um pouco de sorte, encontrei esse vídeo, chamado "A hora do almoço", que, garanto, vale muito a pena ver até o final. Ele dá um pouquinho da dimensão do que passa um cadeirante nas ruas, mas, nesse caso, tudo acontece com um andante!

 

PS: Quando cheguei na porta do teatro havia dois degraus. Até ai, a vida é dura, né? Pedi ajuda. O lance é que eu percebi que havia deixado cair o meu telefone "celulaire" no meio do caminho. Voltei todo o percurso (de novo buracos, obras, calçada interditada) para ver se encontrava e nada. Porém, no dia seguinte, a pessoa que achou me devolveu! (o mundo tem solução, né? Riso).  

Escrito por Jairo Marques às 07h39

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E tem mais coisas de Natal!

Papai Noel para todos os mundos!

Na fachada de um grande banco aqui de São Paulo, em plena avenida Paulista, foram colocadas diversas "fotas" de Papai Noel, em diferentes estilos, para diferentes mundos, "exclusível" o da Matrix! Aêêê Riso

Para quem ainda não viu ou não é aqui da city, o "minino bão" traz pra vocês o retrato feito pela queridíssima Renata Lambertini.

 

O "rapaizim", pelo que apurei, num é matrixiano de "verdadchi", não. Ele só sentou na cadeira e fez  a pose. Legal  (LEIAM O "ERREI", NO PÉ DO POST)! Num tenho muito boas referências de bancos em relação ao tratamento dado pra esse povo "malacabado", não, mas, preciso admitir que ficou bem inclusivo, né, não?!

 

Pense em um Natal ... diferente!

Meu "brodi" e camarada Evandro Bonochi, que já desfilou o corpinho algumas vezes por aqui, me mandou uma ilustração natalina à moda "Assim como Você".

Reparem nos detalhes... caraca... achei legal demais da conta! E ele pediu pra dizer o seguinte pra vo6:

"O essencial é invisível aos olhos...Feliz Natal para todos", Evandro

 E ela continua cada vez mais.... fantástica!

Até hoje o post que fiz sobre a doutora Natália Inocente recebe comentários. E lá se vão meses, heim? Ela mandou essas fotinhas pro tio. Reparem que o "véio do saco" tá babando na moça.  Um colírio. Êh, lá em casa.

 

  

"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial!  Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano  se cansar e entregar os pontos. Aí entra a mágica da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente"  Carlos Drummond de Andrade

 

"A todos leitores do blog, um excelente fim de ano. Deseje... Ame... Sorria....Mas, principalmente, continue a sonhar...sempre!!! Feliz Natal e um Ano Novo cheio realizações, paz e felicidades!", Natália

Errei: O "rapaizim" é cadeirante, sim. Chama-se Flavio Cecere e é funcionário do banco. Ele também curte disputar corridas de kart. Obrigado à leitora Lu, que me deu o toque!

Escrito por Jairo Marques às 00h09

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O concurseiro

Parte das minhas férias eu passei em Brasília. Aquela cidade onde já defenderam aqui no blog que é o paraíso pra esse povo estrupiado que nem eu.  

 Eu tava lá, sem fazer naaaada, e pensei: "Pô, vou fazer um concurso público"!    

Gente, para quem não sabe, de 5% a 20% das vagas para as carreiras do "guverno", em qualquer nível (federal, estadual ou municipal), são reservadas para o povo da Matrix de quem tem algum tipo de deficiência.

O caderno Empregos, publicado ontem na Folha (clica aqui e leia, mas só pra assinantes, né?) trouxe uma ampla discussão sobre o tema.

Em síntese, o lance é: concurso público é uma grande chance para os matrixianos entrarem no mercado de trabalho, mas, mesmo assim, sobram vagas porque falta qualicação, pode? Chorão

Eu fico "revolts" quando começam com esse discurso de que deficiente é tudo "burraldo". Eu sou "inteligentchi", pô!  

Mas vamos voltar a Brasília. Me inscrevi no concurso na cota dos "malacabados" (ai a disputa é só entre os "malacabados", saca?, Mas você tem que acertar um mínimo de questões para não ser eliminado).

Para entrar na cota, é preciso provar que é deficiente mandando um atestado à organização do troço! Fiz isso. E ai, me enfiei nos.... churrascos, passeios, nas pingas, nas cervejas para me preparar.

E lá fui eu, acompanhado daquela minha assessoria para assuntos de saúde porque, como vocês sabem, sou um menino que gripa fácil Embaraçado, fazer a prova.

"Uai, num pode colocar o carro lá dentro do pátio? 'Mai' que raio de lugar acessível é esse?"

Deixamos o carro na rua mesmo....

A escola onde eu faria a prova parecia uma enfermaria de guerra: gente de cadeira de rodas, de muleta, de bengala, sem braço, sem perna.  

E também tinha muita gente que, em situações cotidianas, não se declara deficiente, não, viu? Com o dedo mindinho meio torto, com um braço mais comprido que o outro, com um óculos mais fortificado. Indeciso 

Claro, claro que há deficiências não aparente, como muitos já disseram ter por aqui,  a minha ligeira crítica é quando usam o fato de ser da Matrix apenas para ter alguma vantagem e deixam o ônus pra gente que é para, tetra, cego, surdo... (tô brabo, né?!)

Na escola onde aconteceria a prova, sem problemas. Rampas, portas largas, belê. E havia também uma equipe de homens e mulheres vestindo uma roupa amarela, bem amarela mesmo, sabe o sol? Então...

Essa equipe era "especialmente treinada para TRATAR com os deficientes", segundo os próprios integrantes. Fiquei até com medo. Me senti um vírus, um objeto cheio de tensão nuclear, de "radioativadchi"! Surpresa

E lá fui eu pra sala, "totalmente preparada" para me receber!!! Aêêêê

"Preciso de uma mesa. Eu tinha pedido uma mesa na inscrição" (que morri em 80 contos).

"Ah é?", perguntou o mocinho que parecia que a única cadeira de rodas que havia visto na vida era na televisão, aquela da vovó dinossauro, lembram da família dinossauro? Do baby, então?

A minha mesa ele arrumou. O problema é que não paravam de chegar cadeirantes na sala. E cadê as mesas??? Foi um tal de improvisar mesa de cantina, mesa do diretor, mesa de boteco...

Caraca, eles acham que cadeirante consegue ficar naquelas carteiras de braço? Quando eu era criança, na escola, minha mãe mandava fazer minha própria carteira (é, porque a escola num tava nem ai, né?). Era uma mesona, de madeira, muito show!

Resumo da ópera, uma menina que chegou por último teve mesmo de se sentar numa cadeira de braço porque não havia mais mesas.

A sala não tinha ninguém que falasse em libras, mesmo tendo um candidato com baixa audição. Também não tinha ninguém pra ajudar um tetraplégico com a caneta, por exemplo. Não tinha espaço amplo, não tinha patavinas nenhuma...

No meio da prova, fui refrescar as idéias dando aquela urinaaaaada.

O banheiro? Pequeno, sem o trinco de fácil manuseio, sem pias rebaixadas, sem espelho rebaixado, sem papel rebaixado e a válvula não tinha aquele mecanismo que facilita quem tem movimentos restritos na mão a acioná-la.

E olha que o lugar era "exclusivo" pra prova de deficientes. Só posso chegar a uma conclusão. É tudo feito nas COXAS mesmo. Ira

Gente, mas, falando sério. Quem estivar na lama , a carreira pública é um caminho interessante para se colocar no mercado de trabalho. Há cargos muito bem remunerados e as concorrências são bem menores do que na iniciativa privada. Mas tem que estudar.

Se eu passei? Óia, por causa de uma questão eu rodei. Mas eu num fiz nenhum esforço pra entrar, né, não? E era mais um teste de conhecimentos, uma experiência pro blog Legal.  Curto demais essa minha vida louca de jornalista da Folha!

* Imagens do Google Imagens

Escrito por Jairo Marques às 07h45

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Post das meninas (ou não)

Depois de ter sido gentilmente chamado de machista, de "homi ruim" por só colocar mulher bonita neste diário, resolvi mostrar que, sim, eu sou um "minino bão"! Legal  

Peço licença aos meus "brodi", mas esse post é para as meninas (ou para os cabras que, como se diz lá na minha terra, tem o sebo do rim derretido ). Graças ao trabalho da minha cada vez mais parceira Kica de Castro (kicadecastro@gmail.com), trago hoje uma série de ensaios de marmajos da Matrix.

Na real, eu acho que esses caras tinham mesmo de estar por aqui. Onde é que há espaço para que o deficiente mostre que é bonito, bom da boca, "pegador", como qualquer modelo? Aqui, né, não?

Já discuti um bocado com a Kica, que tem uma agência exclusiva para os "malacabados", se não estamos "gramurizando" a Matrix demais.

Chegamos a conclusão que... não! Riso Porque a gente pode mancar, pode andar de jegue, pode ter a cara torta, pode ter a canela seca, mas a gente também tem o direito de ser admirado, desejado.... (ui, tô biba, né?)

Só pra provocar as gurias, lembro que "As Belas da Matrix" fez mais sucesso do que pastel encharcado de óleo vendido na feiraBeijo ... mulher bonita sempre vende mais jornal, né?    Mas o que vocês não me pedem chorando que eu não faço sorrindo? (Admito que eu ainda tô no espírito do Waldick Soriano).

Celestino Luciano, 30, São Paulo (SP)

- Por que que você se acha, heim?

"Eu me acho porque luto pelo que acho justo"

 Avaliação do  : É bonito?

 "Gente fina"

* amputação de membro inferior

Michael Alves, 26, Sorocaba (SP)

Na sua cadeira você é capaz do quê?

"Na minha cadeira eu faço coisas que até Deus dúvida e você não imagina, quer experimentar?" 

Avaliação do : É bonito?

"Coração bom"

* Paraplegia

 Marcos Alves Camilo, 35, Telemaco Borba (PR)

Você se acha por quê?

"Eu me acho porque sou um cara que não se entrega por coisas pequenas nessa vida"

Avaliação do  : É bonito?

"Dizem que não fala mal de ninguém"

* Paraplegia

Eduardo Martins (Dudé), 36, São Paulo (SP)

Com a sua prótese você...?

 "Sou dono do meu próprio destino, faço minha própria história, traço o meu próprio caminho."

Avaliação do   : É bonito?

"Passa uma roupa que é uma beleza"

*Má formação congênita

 Marcelo Pierro Cruz, 27, São Paulo (SP)

Você se acha, né?

"Eu me acho porque procuro conquistar todos os meus objetivos."

Avaliação do : É bonito?

"Oi?"

* Paraplegia

Diego Lucas Madeira, 25, Cricúma (SC)

Ser 'malacado' não quer dizer que...?

"A vida acabou. Quer dizer que ela ficou mais divertida! Ser diferente é massa!"

Avaliação do  : É bonito?

"Apaga a 'luiz, gzuis'!"

* Mielomeningoncele

Chega, né? Bom final de semana pra todo mundo!

Escrito por Jairo Marques às 00h54

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Olhe bem de perto!

Quem ainda não viu nenhuma apresentação da Oficina  dos Menestréis, que entre seus grupos teatrais há um formado só com matrixianos, semana que vem haverá outra "oportunidadchi"!

Na próxima segunda e terça-feira (dias 15 e 16 de dezembro), vai rolar  um espetáculo novo envolvendo a trupe de "malacados", o musical Zoom.

Eu, como sou um "rapaizim astuto", já fui conferir. Piscadela O elenco é um verdadeiro samba do crioulo doido: são 30 pessoas entre cadeirantes, muletantes,  cegos e surdos (na real,  há apenas uma moça surda) e o grupo de vozes que, como diz o Gavião Doendo: "haaaaaaja coração".

O que é garantido? Quem nunca viu uma apresentação dos Menestréis se encanta com toda certeza com um show de movimentos, de luzes, de ritmos, de talentos e de poesia. Outra: é impossível não dar boas gargalhadas.

Pra mim, o Zoom é um olhar bem de perto sobre várias questões cotidianas, entre elas o mundo dos deficientes, "oficorse", mas não apenas isso.

A peça não é tão impactante e emocionante como a "Noturno Cadeirante", que tanto divulguei aqui, né, não? Eu puxo o saco, mas num arranco!

Achei que foram feitas, sem necessidade, algumas repetições de fórmulas de momentos de sucessos de espetáculos passados, de coreografias e de pontos emocionais, por isso, num vou dar nota 10. ("Minino ruim", né? Embaraçado). Mas, sem nenhuma dúvida, vale muito a pena assistir e refletir.

As meninas cegas dão um show à parte. Há diversas gaaaatas Legal e os 75 minutos passam voando. Há momentos da apresentação que você pensa consigo mesmo: "Eu num acrediiiito!"

O que é, heim? Musical Zoom

Quem que fez? Deto Montenegro e Tchello Palma

Mai quando que é? Dias 15 e 16 de dezembro (segunda e terça-feira)

Morre em quanto? R$ 40 (quarenta contos). Estudantes, idosos e quem é da Matrix de quem tem alguma deficiência paga metade, ou seja??? VINTÃO!!! Legal

Mai onde é? No Teatro Dias Gomes, que fica na rua Domingos de Morais, 348, perto da estação Paraíso do Metrô, em São Paulo

E que mais? Ah, sei lá... liga lá 5575-7472 (de segunda a sexta das 10h às 18h)

Escrito por Jairo Marques às 00h07

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Muita calma nesta hora...

Se tem algo que deixa a gente da Matrix de quem tem alguma deficiência com muita "reiva", verde de vontade de virar do avesso, é quando alguém estaciona em vaga reservada, tema que a gente já quebrou muito o pau aqui, né, não? Indeciso

A sensação é mais ou menos aquela de quando o governo anuncia um novo imposto, quando alguém fura a fila no banco em dia de pagamento, quando acaba o papel higiênico na hora da disenteria....

 

Muitos leitores me perguntam, porém, se quando um reles "normal" está assim, como a farofa do churrasco, só acompanhando o "malacabado", ou quando há uma imobilidade temporária da pessoa, se ela pode utilizar a vaga especial.  

 

Sim, pode, sim! E deve, né, não?!

 

Alguns esgualepados são "xikis" e precisam de motoristas (mas hoje a tecnologia já permite até aqueles "mamulengões" Piscadela, com lesões altíssimas, a dirigir viu?). Pode acontecer também de o deficiente estar de carona ou ser "dimenor", etc

 

Um cadeirante, estando ele como condutor ou sendo conduzido (falei bonito, falai?), necessita de mais espaço para manobrar seu cavalo e, logo, da vaga demarcada. Quem quebrou uma perna, vai se deslocar com um pouco mais de dificuldade e também precisa de uma condição especial de estacionamento.

 

Se você estiver numa situação com essa e seu carro não tiver um adesivo indicativo, o ideal é que deixe um bilhete no pára-brisas da "xaranga".

Algo mais ou menos assim: "Óia, eu tô usando a vaga porque tô junto com um malacabado que precisa.... Tô com a perna véia lascada e num to andando direito", e por ai vai.

 

Escrevi tudo isso porque o meu leitor e camarada João Vicente, que tem um blog dos bons, me encaminhou um vídeo, que é um trechinho de um filme, que me fez "xorar" de rir e refletir sobre essas idéias...

 

Vejam e vão entender o porquê o título do post, "Muita calma nesta hora"...

Escrito por Jairo Marques às 00h18

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Coisas do Natal

"Zente", como os próprio Natal tá chegando, vamos entrar no clima, né, não? Diferentemente de outras crianças, eu nunca sentei no colo do Papai Noel (ui). É, mas eu explico, num era medo de assédio por parte do véio barbudo, não.   

Não sei porque raios, mas, "antigantichi", para chegar ao trono do homem do saco vermelho era quase impossível para um cadeirantinho.

Por causa do "gramour", ele ficava em locais altos, cheios de escadas, de árvores, de renas, de presentes! Quando não, os "promoteres" socavam o véio em casinhas que nem ele passava na porta direito.

Outra chance de topar com o Papai Noel era quando ele passava na rua de casa jogando bala de cima de um caminhão. Bem, ai era mais complicado ainda ganhar um colinho. Embaraçado

A molecada, ávida por aqueles doces que provocam cárie só de ver a embalagem, avançavam no véio, no caminhão, nas balas, no saco... e o tio, um molequinho "bãozinho", num conseguia chegar perto, não. Indeciso

Hoje a coisa mudou!!! Numa decoração de Natal que vi num "xopim" neste final de semana, a casa do homem do saco vermelho tinha rampas de acesso, era ampla, num tinha escada e havia muito espaço! Aêêê

Outro sinal dos tempos de que o Natal tá mais inclusivo, foi enviado pelo meu "brodi" e leitor querido Leandro Kdeira. Valeu, Leandrão!!!

Em Barueri, na Grande São Paulo, um empresário montou uma árvore de Natal ornamentada com.... cadeiras de rodas!!

Gente, falaserio.com.br , num é legal demais? E num ficou bonito? Mas o tiozão louco que bolou a idéia, o Ibraim Antonio, foi muito além de fazer um enfeite que chama a atenção.

Ele, que é dono de uma concessionária de veículos, está fazendo uma campanha para doar 300 cadeiras de rodas para os "pessoal" mais "carentichi".

Quem quiser ajudar, tem que abrir o bolso e gastar R$ 153 contos para garantir uma doação. Os contatos são  (011) 4195-0600 / 4195-0505 email: rionegroveiculos@gmail.com

Pra finalizar esse post com gosto de "dingo ou bel", publico a primeira surpresa que os personagens e colaboradores que passaram por aqui neste ano fizeram pra os leitores do Assim Como Você!

  

"Desejo a todas as pessoas que frequentam o blog:

Um feliz natal e que o ano que vem seja um ano que estaremos realizando todas nossas lutas e conquistas!"

Claudinho Castro

* Imagem do Papai Noel: Google Imagens; Fotos da árvore: Jr. Holanda; Foto do Claudinho, arquivo pessoal

Escrito por Jairo Marques às 00h10

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Crônica de uma invasão à Paulista

"Vamo que vamo", meu povo. As férias terminaram e agora esse blog precisa retomar o pique. Como eu engordei muito, tô parecendo aquela hipopotamo do filme Madagascar , talvez a coisa demore um pouco para decolar de novo!

Para dar o "start", então, conto um pouco de como foi a minha participação na passeata do Movimento Superação, no último sábado, na avenida Paulista, em São Paulo.

Como eu sou um "minino intelingentchi", levei uma "dotora", pra me socorrer se eu passasse mal com o calorão, e a dona Cleide, para dar uma empurradinha no meu cavalo em caso de despressurização das minhas forças.

Logo na concentração do evento, aquela festa com cachorro guia de cegos, anões, "minino" chorando, cadeira de roda pra cá, cadeira "elétrica" pra cá, muleta daqui, apitos dali, já senti que o caldo poderia entornar:

"Queria uma camiseta G."

"Xô procurar.... Num serve uma M?"

"Serve, não, tô gordo demais, tem que ser G."

"Cabô a G. Só tem baby look da grande..."

 

E tive de ficar com a.... M, que ficou praticamente uma baby look em mim, né? ...  Mas a moça da organização disse que era minha leitora assídua e fez a filha dela jurar que também leria a partir de hoje, ai eu nem fiquei brabo!

Pô, mas foi bonito demais ver monte de "malacados" reunidos, se esforçando pra não derreter com o calorão, unidos num objetivo único: dominar o mundo.

E havia também uma penca de gente "normal" por ali dizendo que aceitava compartilhar o mundo com esse povo torto e que estava disposta a acabar com a Matrix pra que todos vivam juntos.

"Você é o Jairo do blog? Nossa, dou muita risada com suas histórias, viu?! Suas férias já acabaram, né?"

"Jairo!!!! Olha o que eu trouxe pra você!!" E era um elefante indiano da sorte e uma caixa de "chocolatchi xiqui".

"Jairão, eu vim!!!", me disse contente o rapaz de Sorocaba...

Caraca, me senti o Waldick Soriano com tanto assédio!!!

 

E lá vai "nóis" tudo atrás de um trio-elétrico que tinha um elevador e que suspendeu o Billy, o líder do Movimento, e seus dreadlooks, para o alto.

O duro nem era tocar a cadeira com o sol a pino, o duro era segurar as toneladas de papeizinhos que alguns divulgadores insistiam em nos dar. Beleza, eu pego o jornal, pego o apito, pego o panfleto do CVV , pego a bexiga e quem é que é me empurra?

 Não consegui entender direito, mas uma das bandas que tocariam durante a passeata não pôde se apresentar porque o tio de não sei quem resolveu morrer. Ai os matrixianos e os "normais" tiveram de escutar o Billy mais vezes dizendo: "Vamo lá galeraaaaa!!!"

 

Dando tchauzinho da calçada, tinham vendedores de telefone celular, velhinhas com óculos escuros, seguranças de banco, cachorros e até o Marcelo Rubens Paiva.

Rapidinho chegamos ao vão livre do Masp. Uns disseram que éramos menos do que no ano passado. Vai ver o povo ficou com medo do crise nos "estadusunidos", né?

Mas eu fiquei muito feliz de participar, mesmo tendo ganhado uma mancha vermelha na testa, fruto de um bloqueador solar mal passado.

 

Mostrei que eu quero um mundo mais acessível. Mostrei que eu existo e que não fico dentro de casa, não! Fiquei feliz por um monte de sorriso, um monte de gente unida por um causa que tenho convicção, é justa!

Bem, tenho muita coisa bacana pra compartilhar com vocês nos próximos dias. E obrigado demais por quem pode compartilhar comigo um passinho na Paulista ou uma rodadinha, tanto faz, né?! 

* Fotos de Rapha Bathe, Fabricio Antunes e Renata Lambertini

Escrito por Jairo Marques às 01h28

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Uma frase...

“Pessoais”, volto com as transmissões em definitivo do nosso blog na próxima segunda-feira. Nesta semana, vou continuar curtindo meus últimos dias de férias. No sábado, espero encontrar muitos de vocês lá na avenida Paulista.

Para esta semana, eu posto aqui uma frase que aprendi durante minhas "andanças" de férias com uma arquiteta magnífica chamada Maiara Garcia Carvalho, que trabalha em uma das maiores empresas do Brasil e do mundo.

Vou falar mais sobre o trabalho dela daqui a pouquinho e acho que todos irão adorar. Pensem no significado do que ela me disse... eu achei “maraviwonderfull”.

 "O espaço é o que deve ser adaptado ao homem e não o homem ao espaço. A criação se molda à criatura e não o contrário" 

Até breve, povo 

Escrito por Jairo Marques às 11h29

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 35, é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e pós-graduado em jornalismo-social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999 e é cadeirante.

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