Jairo Marques

Assim como você

 

Pelo direito de brincar

Quando eu era criança, minha mãe, que tem um senso de humor de outro mundo (por isso eu sou assim, triste ), sempre falava: “Hoje eu vou te levar na praça pra ver os ‘minino tomá’ sorvete”.

 

E realmente, esses passeios em praça e, consequentemente, nos parquinhos, eram mesmo só para olhar a molecada usando o espaço público, as gangorras, os balanços, os escorregadores e as rodas de girar.

 

Pensem num ‘minino’ lindo, doido pra “capetiar” junto aos outros, mas tendo de se contentar com o algodão doce e o tanquinho de areia. Por quê? Porque não havia brinquedos inclusivos e integração só com amigos conhecidos.

 

Por isso, quando fiquei sabendo desta “novidadchi” recém inaugurada em Brasília, pirei o cabeção !

 

 

 

Um parquinho universal!!!! Povo, olha só esse balanço, que mega ultra legal!!!

 

 

 

Nele, os pais do “cadeirantinho” podem colocá-lo inteiro ali pra "mode" ele começar a sentir a inigualável sensação de... "avuar" .

 

O brinquedo tem um dispositivo de trava da cadeira de rodas. A criança se segura nas cordas de aço e ai, ai é só festa, "balangar" pra lá e pra cá!

 

 

 

O parquinho foi criado pelo governo do Distrito Federal e conta também com espaço para atividades físicas de baixo impacto para idosos. Há ainda uma quadra de tênis com acesso facilitado para cadeirantes.

 

Olha só essa roda de girar!

 

 

 

Ela também permite que a criança com deficiência acesse o brinquedo de forma fácil, sem a necessidade de ser carregada e, o mais importante, sem deixar a cadeira que, para quem usa, é como se fosse parte do próprio corpo.

 

Fiquei muito feliz com essa iniciativa visionária, mais uma vez, vinda de Brasília (Curitiba tem algo assim, meu povo??).

 

 

Thanks again, lovezinho

 

Como esta não é a realidade da maioria esmagadora das praças e parquinhos pelo Brasil afora, quero pedir a vocês, "andantes", que:

 

Caso veja uma criança com deficiência em um parque, em uma praça, em um “praygraudi” e você for uma pessoa “de boa”, com filhos de “boa”, não pense duas vezes em se oferecer para integrar a todos.

 

Pais de crianças da Matrix vão, naturalmente, ter um forte senso de proteção de expor o filho ao preconceito e, raramente, eles chegaram em pessoas com filhos “normais” para brincarem juntos.

 

Se você tiver capacidade física, tente colocar a criança no brinquedo e ampará-la. Pergunte como fazer para acomodá-la da melhor forma possível em um balanço, por exemplo. Se não for possível, invente um jeito imaginativo de ela brincar, de participar.

 

Conto com todo mundo para essa mudança de atitude! Tenham certeza, certeza mesmo, que os olhos de um “cadeirantinho” no “sorvete” de outros meninos é cheio de vontade de se divertir igual, de sorrir igual, de “balangar” igual. (Pô, até os meus ‘zóios’ ficaram marejados, agora).

 

Bom final de semana e beijos nas crianças

 

* Fotos de Natália Sousa

 

Onde fica?

 

Praça Aloysio Faria de Carvalho

Em Brasília (DF), no Lago Sul, QI (Quadra Interna) 13

É público = "de gratis"

Escrito por Jairo Marques às 08h33

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Quando o mundo virou do avesso

Se o mundo paralelo onde vivem os deficientes, a nossa Matrix, se tornasse o mundo "real", acho que muita gente ficaria bem confusa.

Mais ou menos como neste comercial francês de uma companhia de eletricidade, a EDF, que tornou seus prédios acessíveis a todos.

Assisti ao vídeo, que ganhou prêmios na Europa, dezenas de vezes... Acho que vão curtir também. Não tem muito segredo. Se atentem nas imagens.

Como sou um minino bão e tenho amigos que falam francês, ajudo na tradução! 

Na primeira fala, a moça diz ao caixa do banco: "Bom dia, eu gostaria de abrir uma conta!?"

No final, as frases querem dizer: "O mundo é mais difícil quando não é concebido para você" "Na EDF (o nome de uma empresa francesa), agora todos os espaços são acessíveis"

 

Thanks, love!

Escrito por Jairo Marques às 07h55

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Ela é de ouro!

 Ôh povo, hoje trago uma “novidadchi” que acho que vocês vão curtir. Vai estrear na sexta-feira, o popular “despois” de amanhã , no canal por assinatura SPORTV, o programa “Sem Barreiras”, a partir das 22h30!

 

Não, “zente”, não é um programa sobre estradas sem pedágios , é um programa que vai mostrar os preparativos e as histórias dos nossos atletas paraolímpicos! Achei totalmente "maraviwondeful" um canal tão importante para o esporte abrir um espaço desses. Mas, tá faltando alguma coisa, né, não?

 

Sabem quem vai apresentar o "Sem Barreiras" ao lado do jornalista Renato Peters? Uma pessoa da Matrix! Aêêêê!

 

A jornalista Carla Maia, 27, que é tetraplégica (tem restrição de movimentos nos braços, pernas e tronco) desde os 17 anos, e é também mesatenista, vai estar lá na telelinha mostrando seu “corpicho” e a sua cadeira vermelha pra todo o Brasil, sil, sil! Mais um feito inédito de inclusão no país, povo!

 

 

 

Carlinha, que é de Brasília,  esteve em Atenas acómpanhando os jogos Paraolímpicos de 2004 e foi medalhista nos jogos Para-Pam, do Rio! Tô feliz que nem “minino” comendo terra com essa conquista tão dela e tão nossa, ao mesmo tempo.

 

Leiam uma entrevista que o tio fez com a belezura da Carlinha, que conta um pouco sobre o programa e sobre nossas chances em Pequim

 

 

 

 

Blog: Existe, mesmo, atleta de verdade que tenha alguma deficiência, num é tudo café com leite?

 

Carla Maia - Essa idéia vem do início da prática esportiva para pessoas com deficiência. Depois da 2ª Guerra Mundial, muitos soldados ficaram com lesões na coluna. O esporte foi usado como forma de reabilitação médica e social desses veteranos de guerra. Hoje, o esporte para pessoas com deficiência também pode ser encarado como de alto rendimento. Ou seja, visando resultados. Da mesma forma que os atletas olímpicos, se não houver dedicação e talento, não há vitórias. Se o tempo de um velocista cego era acima dos 16 segundos na década de 60, hoje ele não passa de 12 segundos. Aliás, o Brasil, na classe T11 (deficientes visuais), tem o atual recordista mundial dos 100m. Lucas Prado, com 11 segundos e 26 centésimos. Sei não, quem chamar esse atleta de café com leite corre o risco de queimar a língua!

 

 

 

Blog- Ser âncora de um programa num dos principais canais esportivos do país dá um tremelique? Será que você não vai cair da cadeira?

 

Carla - Quase! Eu sempre busquei trabalhar com TV. Quando me formei em publicidade quis fazer jornalismo com esse objetivo. O destino me colocou frente a frente com o Renato Peters. Um repórter “fera”, que admiro muito, que gosta do assunto e teve coragem e determinação de tocar a idéia para a frente. A oportunidade é maravilhosa para o esporte paraolímpico e é a realização de um sonho: ter espaço para falar do assunto que amo. Tenho essa percepção e claro, sinto esse tremelique. Mas o Renato dá aquela força. Acreditamos no interesse que as pessoas têm pelo assunto. Esse é o fator principal para que o programa siga em frente.

 

 

 

Blog - Que nível internacional nossos paraolímpicos estão? Você avalia que vamos bronzear ou vamos mesmo dourar ao sol de Pequim?

 

Carla - Acredito nos nossos atletas e no trabalho que vem sendo feito. Estamos evoluindo. Algumas modalidades, com maior apoio, evoluíram mais que as outras. Mas é um processo. Na última Paraolimpíada de Atenas disputamos em 13 modalidades. Dessa vez, serão 17. Será a maior delegação de todos os tempos: 188 atletas. Se em Atenas tivemos a experiência paraolímpica mais vitoriosa brasileira, ficando em 14º lugar, para Pequim, a meta do Comitê Paraolímpico Brasileiro é a 12ª posição. Acho que o sol vai brilhar bem dourado por lá!

 

 

 

Blog - Dá pra você contar um pouco do que será o programa? Aqui "nóis" adora furar o sistema "Grobo"!

 

Carla - Estamos começando. O momento é Paraolimpíada. Vamos falar disso. Não dando os resultados de lá, mas mostrando como o movimento e os atletas são notícia em todo o país.

 

 

 

Blog - A gente vai ver muita reportagem com aquela musiquinha triste ao fundo e de dar vontade de chorar e nem prestar atenção no assunto?

 

Carla - Como atleta e tendo uma deficiência (sou tetra), sinto isso na pele. A superação das limitações da deficiência existe. É algo bonito. Mas o atleta paraolímpico não é só isso. Ele sua muuuito, treina muuuito, faz sacrifícios e se esforça para representar bem o clube, a cidade, o Estado e o país. É o maior orgulho subir com a bandeira no pódio. Mas quem sobe lá, não sobe porque tem uma deficiência, sobe porque é um atleta dedicado. Ele quer ser reconhecido por isso. Por superar suas marcas, as estratégias do adversário, o cansaço do corpo. E por fazer tudo com muito amor.

 

Blog-  A sua cadeira de rodas vai aparecer ou você vai ficar atrás da bancada?

 

Carla - Gravamos ao ar livre. Vou aparecer com cadeira e tudo. Ela me leva para todos os lugares, já quase faz parte do meu corpo, não tem motivo para escondê-la.

 

* Fotos do arquivo pessoal de Carla Maia

Escrito por Jairo Marques às 07h53

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Quanta custa uma rampa?

Aqui no centro de São Paulo tem um boteco onde se vende um sanduíche de pernil que não faz apenas a Ana Maria Braga passar por baixo da mesa como também ficar lá por hooooras!

 

Como todo qualquer “serumano” que curte uma boa bóia, vez ou outra vou lá ensebar os beiços comendo a iguaria dos deuses e das calorias “pançais”. Logo na entrada do “restaurante”, até pouco tempo, havia um degrau imenso, daqueles que dá pra praticar rapel de tão alto.  Sozinho, era impossível de entrar.

 

Nunca fui um “minino sangue nos zóio”. Sempre fui um “minino bão” e minhas conquistas por ambientes mais acessíveis foram muito mais com o carisma do que com a pressão ou com piquetes. Não digo que estou certo ou estou errado, estou falando de “modus operandi”, apenas!

 

Talvez alguém possa ler isso me colocando como um “homi” passivo diante das “dificulidades”, mas, pra mim, é apenas um jeito de ser que, a minha maneira, também traz resultados.

 

Mas, qual não foi a minha surpresa quando voltei lá no “pé sujo” em uma das últimas vezes e os donos resolveram fazer uma rampa! E num é qualquer rampa, não. É uma rampa com antiderrapante, com inclinação razoável e ampla para a cadeira.

 

Foi só o tempo de eu colocar o meu “pernilzinho” na boca que lá veio o gerente, todo pimpão.

 

 

 

“Ficou bom? Olha, fiz pra você, viu? Tava precisando de uma rampa, né? A gente sempre te via aqui e resolvemos fazer esse investimento. Você gostou, nego?”

 

“Pô, ficou muito bom, tio! Agora dá pra eu vir mais vezes comer aqui e não precisar da ajuda de ninguém, né, não?” (eu entro no clima pra não perder a amizade )

 

Depois de toda a formalidade da “entrega oficial” da obra a MIM, veio a parte hilária da história, contada pelo gerente.

 

“Olha, ficou ótimo, valeu o investimento, mas custou uma fortuna, viu? ‘Zeis milhões de reaul’. É porque a companhia de energia teve de mexer nos fios que passam aqui em baixo, tive de refazer a calçada. Mas olha, valeu a pena, viu!?”

 

 

 

Claro que dei muita risada calculando na cabeça quantos sanduíches de pernil eu teria de comer para “compensar” o “investimento” na rampa. Mas, será que numa cidade tão grande só eu de ‘malacabado’ freqüento aquele boteco, gzuis?

 

Uma rampa não facilita a vida apenas de um cadeirante. Muitas “muleres” já me disseram que, quando estão de salto, sempre optam pelo acesso sem degraus porque facilita muito! E também ajuda quem está com um carrinho de bebê, um idoso, uma pessoa com dificuldades de equilíbrio!

 

Nem toda rampa custa “tão caro” quando a do “pernil” do centro de São Paulo. Às vezes, elas são baratinha e de fácil feitura. Uma atitude simples que vai determinar a nossa liberdade de ir e vir a algum lugar.

 

Voltando no lance de que não tenho o estilo de exigir acessibilidade pela força, posso garantir a vocês que, nos locais onde morei, sempre os donos de estabelecimentos próximos como locadoras, mini mercados, quitandas acabavam por criar um acesso, uma rampinha, para facilitar a MINHA vida.

 

E por quê? Porque eu não deixo de ir onde quero e onde preciso com medo do degrau ou dos degraus. É péssimo ter de ser carregado, ter de depender de alguém para dar aquela “ajudinha básica” para transpor um obstáculo, mas, a meu ver, pior ainda é se enclausurar uma vez que parte do mundo acredita que você viva numa realidade paralela, na MATRIX.

 

 

“Jairo, ficou do jeito que você precisa a rampa? Fizemos pra você ter mais liberdade”. É sempre assim, me sinto o único “sobrevivente da guerra” da humanidade, apesar de sermos milhões. Mas, jamais minimizo essas pequenas “conquistas”.

 

Quando eu entrei na faculdade, lá no brejo da cruz, rampa era algo tão raro como nota de R$ 100 na minha carteira . Nos primeiro dias, tive dificuldades imensas para chegar à biblioteca, laboratórios, salas de aulas. Mas, não titubeava, dividia o meu problema com a segurança pedindo ajuda e com os professores, com os colegas de turma.

 

Em menos de um mês, a universidade colocou um engenheiro a minha disposição para saber onde, exatamente, eu precisava das rampas. E foram feitas até nas ruas, longe dos domínios de ação da Federal.

 

 

Poxa, eu era um jovenzinho desengonçado, ainda. Havia acabado de vencer o desafio do vestibular, de sair da casa da minha mãe, não tinha noção de que aquilo era UM DEVER DO ESTADO e não uma benesse para um cadeirante “revolucionário”.

 

Seja como for, seja quanto for que tenha custado ao erário aqueles acessos todos, quem for ao campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, vai poder notar um monte de rampas espalhadas por todo canto por onde hoje passam mulheres de salto alto, “malacabos”, idosos e outros que precisam de um pequeno detalhe para ter uma vida mais plena.

 

 

 

Em tempo: Antes de construir uma rampa “de qualquer jeito”, procure saber com um arquiteto ou engenheiro as especificações técnicas de grau de inclinação, largura, altura para que ela fique ideal para todos. Pensem que uma ação simples como rebaixar uma calçada, uma entrada de um boteco pode melhorar demais a vida de outras pessoas!

Escrito por Jairo Marques às 08h06

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A cadeira de rodas voadora

Tem gente que não sai de casa por causa de uma espinha na cara. Tem gente que deixa de sentir os apelos do coração quando deixa de sentir a sensibilidade das pernas. Tem gente que deixa de brincar de roda porque ficou gordo demais. Tem gente que deixa de encarar a rua com medo do tamanho dos buracos.

 

Mas, o que me anima, o que me anima de verdade, é quando eu vejo que tem gente, tem gente que, mesmo com vários músculos do corpo não respondendo plenamente à própria vontade, mesmo com os movimentos restritos nos braços, nas pernas e no tronco...tem gente que voa!

 

 

 

“Voar foi a sensação mais maravilhosa que já senti até hoje... estar livre... liberdade... Quando estava lá cima, diante daquela paisagem linda não conseguia pensar em mais nada, a não ser em curtir cada segundo”

 

Micheli Olivera, 26, convive com a distrofia muscular desde os 10 anos e, há pouco mais de um mês, resolver voar.... Como eu sempre digo, a vida da gente fica mais plena e viável quando há outras pessoas que podem dar uma “mãozinha” pelo bem da igualdade entre as pessoas.

 

 

 

O instrutor de vôo José Mário, que mora em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo, criou um mecanismo, por meio da adaptação de uma cadeira de rodas, que possibilita que gente da Matrix que seja cadeirante ou que tenha limitações severas de movimento a saltar, junto com ele, de paraglider.

 

O cadeirante vai fixo ao instrutor, que leva um pára-quedas nas costas, e pode desfrutar daquele tão delicioso “vento no rosto”, desfrutar da sensação de que o mundo é mesmo imenso e cheio de possibilidades.

 

 

 

 

Perguntei pra Micheli, que é filha da dona Benedita e do seu Jossé, por que, em vez de ficar “avuando”, ela não foi capinar um quintal?

 

“Porque voar é muito mais emocionante que capinar um quintal! Desde que me entendo por gente sempre tive vontade de voar. Meu sonho é saltar de pára-quedas, mas melhor começar com ‘algo menor’, assim, faço um teste comigo mesma para saber se ‘guento’ o tranco! E, eu ‘guentei’, já tô pronta para outra!”

 

 

 

 

 

Temos também o direito e o desejo de sermos “radicais” e praticar esportes que levam ao limite das emoções humanas, né não? Ter ou não ter coragem é outro departamento! Eu mesmo, me grudo na cadeira quando alguém resolve me empurrar ligeiramente mais rápido para “brincar” de Ayrton Senna do Brasil sil sil.

 

“Sempre tive vontade de me aventurar por aí. Gosto de emoções fortes, sentir adrenalina... nunca tinha feito nada com relação à atividade radical por falta de oportunidade mesmo, moro numa cidade pequena (Caraguá) que agora resolveu acordar para a questão acessibilidade.”

 

 

 

Tomara que o vôo da Micheli, esta figura de imensa simpatia e atuante para que a Matrix domine o mundo  (ela é colaboradora da Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Caraguatatuba), leve o pensamento de vocês, neste início de semana, lá para o alto, para um bom astral, para ampliarmos essa vontade de ter mais espaço para todos em todas as situações!

 

Para o Zé Mário, o instrutor que, com certeza, tá fazendo história ao possibilitar que todos possam viver a aventura de voar, fica o meu abraço de “brother”. Confesso que fiquei com vontade de “avuar”. Será eu vô, meu povo?

 

 

 

 

Para quem quiser saber mais sobre como funciona o salto de paraglider e conhecer a escola do Zé Mário, basta clicar aqui.

 

* Fotos de arquivo pessoal de Micheli Oliveira

Escrito por Jairo Marques às 08h05

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PERFIL

Jairo Marques Jairo Marques, 37, jornalista pela UFMS e pós-graduado em jornalismo social pela PUC-SP. Trabalha na Folha desde 1999. É colunista do caderno "Cotidiano".
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